Primeira viagem a Europa

A maneira que as viagens aparecem é sempre diferente do que esperamos:
Em 2007 comecei a pensar na Europa, montando uns arquivos com roteiros básicos divididos por região.
Em 2008, com tanta gente falando que ia ter crise, achei bom não ir. Dei sorte: embarcamos prá Patagônia umas 2 semanas depois da bolha estourar e o dólar disparar.
Em 2009, com a situação começando a melhorar, minha mãe resolveu viajar junto, mudando os planos novamente.
Em 2010, com 30 dias de férias após 3 anos, pensava em 1 curtinha para o Equador e outra maior pelo Brasil. Com tudo planejado, acabei invertendo e tirando 20 dias prá Europa (tem mais 10 em Outubro, agora no Brasil). Em 2 meses tinha que comprar passagem e armar roteiro. Como a esposa não podia ir, escolhi um roteiro que ela não tinha interesse, e assim um dos últimos lugares que pensava em visitar se tornou o primeiro, no auge da alta temporada – Leste europeu em Julho.

E mesmo fazendo tudo corrido, para lugares meio complicados, foi tudo de bom (mesmo tendo que acionar o seguro no meio do caminho). Mas para o futuro espero ter mais tempo para planejar. 🙂

Roteiro base da viagem por uma parte do leste europeu:
São Paulo-Varsóvia-Cracóvia-Budapeste-Viena-Praga – em 3 semanas

Planejando
Primeira coisa num planejamento de viagem: acesssar www.mochileiros.com e www.viajenaviagem.com ver os tópicos de cada lugar,  pegar os diversos docs que tenho com coisas antigas (e já apagadas) de ambos os sites.
Ver guias de viagem para procurar as atrações. Meus guias são “O Guia criativo do viajante independe na Europa”, Frommers (na web tem os guias quase completos) e Lonely Planet (comprei pdfs avulsos sobre as cidades visitadas no site – é bem baratinho…)

As passagens:
Como sempre para mim, o www.decolar.com é base para valores no Brasil. Também no www.aquelapassagem.com.br há dicas de consolidadores interessantes que me ajudaram muito. No final, pela primeira vez comprei com o decolar, já comprando também o Seguro obrigatório para viagens à Europa.

Tentei ir direto a Praga ou Varsóvia, mas não teve jeito. Como é alta temporada, é tudo muito, mas muito caro. Fiz São Paulo-Madrid-São Paulo, pelas Aerolineas Argentinas, que custou uns R$500,00 mais barato que as outras.  Detalhe é que se fosse para Agosto ficaria quase metade do preço, mas fazer o quê…

 Passagens internas:
Entre Madrid e Varsóvia e de Praga a Madrid, low-cost. Buscando no http://www.skyscanner.com.br/ consegue ver os preços de várias low-cost. Num primeiro momento, não achei nada. Mas uns 10 dias procurando e finalmente encontrei passagem razoável até Varsóvia 3 dias depois da minha chegada, e de Praga para Madri 1 dia antes de voltar para casa, pela Wizz-Air – ou seja, precisa ser perserverante.   Madrid passou então a fazer parte da lista, como mais uma cidade a ser pesquisada – e a passagem por ela foi das coisas mais incríveis que já tive… só digo uma coisa: “Final da copa do mundo”

Entre as cidades do leste europeu, podia ver trem ou ônibus, mas creio ser melhor comentar cada pedaço quando falar sobre a cidade em questão.

Hospedagem:
Algo que percebi nesta viagem é que a gente vai ficando mais fresco conforme fica velho. Já me hospedei em cada lugar que dá medo, mesmo que a diferença para um lugar melhor não fosse muita. Desta vez não: entre dividir um quarto com um monte de gente, ou pagar um pouco mais caro em outro, preferi o outro. Claro que nem sempre é assim, ainda topei dividir meu quarto em quase metade do tempo de viagem… ainda assim, foi uma mudança de comportamento inesperada.

Aos links usados, então: Para todos os lugares, sempre pesquisava em: www.hoteis.com, www.venere.com e www.eurocheapo.com. Para hostels, www.hostelsworld.com e www.hostelbookers.com Encontrando algo, tendo email disponivel, escrevia para o lugar. Alguns tem preço melhor, outros é melhor pelo consolidador mesmo. Depois comento sobre cada um.

Comunicação:
Sabia que com inglês dava prá se virar, mas não imaginava que seria tão fácil. Em todo lugar, chegava para comprar passe de ônibus, um cachorro quente, qualquer coisa… em 95% dos casos o pessoal sabia inglês. Quando não, escreve numeros, aponta, faz qualquer coisa, mas dá prá se entender. Logicamente, fiquei a maior parte do tempo em partes turisticas – mas mesmo quando saia, conseguia me entender bem com o pessoal.

Acho que é isso… nos próximos vou tentar falar um pouco das cidades visitadas…

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