Sueste e Porto

Enquanto aproveitamos mais uma temporada gelada do inverno paulistano (e não estou reclamando, gosto bastante do frio), meus pais chegaram ontem em Noronha pela primeira vez, já avisando que tá um solzão… ô inveja!

SUESTE

Sexta-feira, ultimo dia com a máquina subaquática, pegamos o ônibus cedo para a Baía do Sueste ver tartarugas! Sim, já tinha ido no Ilha-Tour, mas precisava tirar umas fotos…

Por conta própria o Sueste é dos lugares mais fáceis de chegar em Fernando de Noronha. Um dos pontos finais de ônibus é na entrada da praia, onde você já pode alugar colete, snorkel, nadadeiras… e tem guias que te levam até o lugar certo.

Pagamos 50 reais por 1 hora nós 2 e “Se não achar tartaruga, devolvo o dinheiro”. Num lugar que é praticamente um santuário de tartarugas, é muito dificil mesmo não encontrar nada 🙂   O mar estava bem ondulado então a ‘nadada’ até as tartarugas foi um pouco pesada, mas lá era uma festa! Um monte, de todos os tamanhos, e em um lugar tinha umas 3 ou 4 próximas parecendo até uma família hehe.

Familia unida..

Fila de tartarugas.

Outro momento bastante legal foi quando alguem falou que tinha tubarão ali perto… enquanto o guia saia em alta velocidade práquele lado (comigo seguindo, claro), a Mima tenta sair em alta velocidade pro lado contrário!  Mas não se assustem com os bichos. O pessoal do Ibama sempre lembra que em Noronha nunca foi registrado qualquer ataque de tubarão e completam “lógico: sempre existe a primeira vez”. E vai: eram 2 tubarõezinhos pequeninos, como os outros 2 que havia visto na região, mas já tá valendo!

Tubarão, tão assustador quanto o do filme 😉

PLANASUB

Lá no dia do barco não tinha feito o passeio de pranchinha por causa do swell, então este foi o momento. Eramos 2 casais da mesma pousada que foram neste dia… ainda não dava prá ver muita coisa no fundo, mas o passeio foi bem divertido. De vez em quando virava a pranchinha prá baixo e vc vai loooonge – como não conseguia ver muita coisa, era só o tempo do medo de bater em algo aparecer que voltava rapidinho prá cima, mas valeu.

Nos poucos momentos que a água clareava consegui ver tartarugas e houve um momento em que o mar ficou totalmente escuro por causa de um cardume enorme de peixinhos que passou por baixo da gente! Mesmo não tendo visto muita coisa, passeio divertidíssimo.

Olha eu lá atrás...

PORTO

Aproveitando que estava ali perto, do lado esquerdo do porto tem umas bóias amarelas que criam uma ‘trilha’ por dentro dágua até um naufrágio: é bem pertinho da praia, mas segui um conselho que li no http://www.mochileiros.com e levei um colete prá não ter perigo de cansar na volta… nem acho que seria problema, mas foi bom ter levado.  E foi muito divertido ter ficado um tempão nadando sobre meu primeiro naufrágio 🙂

Meu primeiro naufrágio

Adeus máquina querida 😦

O ponto triste da viagem foi na sexta: esqueci minha máquina num lugar e quando voltei, 20 minutos depois, já era! Não sei se o pior foi me levarem uma máquina ótima como aquela, ou as fotos que ainda não tinha salvo (por sorte usei muito a máquina alugada, senão não teria foto nenhuma da viagem). De longe, a noite mais traumática. A noite, tentei diminuir as mágoas numa pizza (bem boa, aliás) no Flamboyant.

Ainda tinha mais 2 dias por ali, e depois 1 semana inteira em Bonito…não tem como ficar sem máquina, né.

Ultima foto que sobrou, no porto.

PROJETO TAMAR

No fim do dia, fomos pela segunda vez a palestra do IBAMA – e depois fomos no sábado novamente. As 3 que vimos foram muito boas. Realmente, a de tubarões na sexta é a mais legal, informativa e divertida e faz jus a fama;  mas a sobre a própria Ilha de Noronha também foi ótima. No dia dos tubarões, chegue cedo que lota – a gente chegou uns 15 minutos antes e ficou no chão.

Para chegar até o projeto é só pegar o ônibus e pedir prá parar lá, ou desça quando 90% das pessoas forem descer também. Quem estiver pelo centro, pegue sentido Sueste.

No lugar tem uma pequena exposição sobre as tartarugas, caixa eletrônico (extremamente útil), uma lanchonete que dizem fazer um ótimo milk-shake e um lojinha com bastante coisa bacana (e cara).

No proximo(e ultimo) post, falo de nossa sobrevivência em Noronha somente com ônibus por 2 dias.

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