Walt Disney World

Quando era bem novo, lembro de o SBT passar uns vídeos com desfiles na Disney – não sei se era Ação de Graças ou Natal, ou até Ano Novo, e eu nunca consegui ver mais que 10 minutos – só sei que ficava com vontade de ir prá lá… mas na época isto era caríssimo!

Após a nossa salvação econômica (FHC e o Plano Real) começou a baratear, mas aí quem nunca mais teve vontade fui eu. Assim, o planejamento para a viagem deste ano foi ‘conturbado’. Nunca demorei tanto para começar e nunca fiquei tão sem vontade de planejar as coisas, só pensando em quantos lugares poderia ir e estaria ‘preso’ nos parques. Os parques então, ficaram pro último minuto… e só houve um certo planejamento porque em vários lugares falavam o quanto era importante saber onde vai, o que ver, o que vai interessar – sob o risco de ficar o tempo inteiro andando feito besta sem saber prá onde ir.

O negócio é tão forte que sempre brincava: “Quando tiver filho, enquanto os amiguinhos voltarem de férias falando em Disney, o meu vai falar em Machu Picchu, ou Bolívia…  vai apanhar tanto dos colegas heheh”

Pior: a Mima grávida não ia poder aproveitar tanto – mas como eu sempre falei: assim ela tinha uma ótima desculpa para escapar dos brinquedos mais radicais.

Por tudo isto, só comecei a pensar nos parques prá valer após 2 resoluções: 1) Já que tem que ir, vamos tentar aproveitar ao máximo; 2) Preciso perder o medo de montanha-russa – sempre tive medo de altura, e montanha-russa então….   Com isto em mente, fiz meu planejamento normal (e por normal, quero dizer… umas 100 páginas de documentação só sobre a Disney) e foi uma enorme surpresa constatar que não só curti bastante todos os parques, como fiquei com vontade de voltar algum dia 🙂  Mas isto não deve acontecer antes da Isabeli ter 6 a 10 anos e olha lá – e com certeza será uma viagem muito diferente.

Funcionamento

Prá entrar no clima...

Cada parque tem sua hora, e o melhor lugar prá se programar, foi este. O que é importante:

1)Vá nos dias com show de encerramento. Tirando a altíssima temporada, não é todo dia que eles ocorrem, então cuidado para não ir quando não tem. Porque isto? Porque mesmo com os pés estourando ao fim do dia, os shows são imperdíveis – todos muito diferentes entre si e todos imperdíveis. Só o Animal Kingdom não tem, porque afinal não ia fazer bem para os animais a barulheira;

2) Extra Magic Hours: Alguns dias da semana os parques abrem mais cedo, ou fecham mais tarde, para quem está hospedado dentro da Disney. Muito bom para estes, que devem aproveitar mesmo estes dias – mas por causa disto o lugar fica bem mais cheio, então os que estão em outro lugar, tente fugir destes dias. No calendário mensal do link, estes dias estão em vermelho.

3) Paradas/Desfiles: não tão importantes quanto os shows, mas a gente fez questão de ver as paradas (remanescências dos tempos de SBT). Cada parque tem a(s) sua(s) e estas tem horário fixo, então vc pode se programar para vê-las, ou pode programar para ir nos brinquedos mais concorridos neste momento. Só cuidado: especialmente no Magic Kingdom tem muita gente prá ver, então tente se ajeitar com uns 30 minutos antes, no mínimo.

Fast Pass

Vários brinquedos podem ter ficas quilométricas, então criaram um ‘fura-fila’. Você vai até uma maquininha do lado do brinquedo, passa seu ingresso e pega o fastpass, que tem a hora marcada para você voltar e furar a fila – podendo voltar a qualquer momento a partir deste horário. A “Pegadinha”- só pode pegar 1 fast pass por vez ou a cada 2 horas, o que ocorrer antes.

Somente alguns brinquedos de cada parque tem esta opção, e estão marcados nos mapas. Acho que nos ‘teatros’ ele é desnecessário. Nós demos sorte com a época e quase não havia filas, assim só usamos umas poucas vezes. Mas já li relatos de gente que faz verdadeiro ‘esquema de guerra’ com eles – pega o FP de um, vai prá fila do outro, antes de usar o FP já está pegando o do próximo e assim vai… em Julho acho que é a única maneira de conseguir ver mais coisas.

O grande campeão é o brinquedo do Toy Story, em Hollywood Studios – a gente chegou umas 10h00 e só tinha FP para 16h00; lá pelo meio-dia já tinha acabado tudo… é impressionante.

Estacionamento

Cada parque tem seu estacionamento gigantesco, normalmente com carrinhos para levar e trazer até a entrada do parque. O preço médio estava em U$ 12,00 e vale pelo dia todo. Ou seja, se quiser sair do parque, ir descansar e voltar mais tarde, é só guardar o ticket.

Os estacionamentos são muito, muito grandes, então é  importante marcar, fotografar ou o que seja o lugar que você está. Mas como no momento de chegar você vai obedecendo a orientação do pessoal, li que pelo horário de chegada eles tem uma ideia aproximada da área em que você está, caso não consiga se achar na hora de sair.

Tradutor

No “Guest Relations” dos parques tem uns fones de ouvidos que podem ser usados em alguns brinquedos, como filmes 3D e outros. Pegamos uma vez, mas foi uma decepção… nem sempre funcionava, e quando funcionou estava ruim; chegou mesmo a recomeçar alguma tradução no meio do filme. Provavelmente eu que não soube usar, mas foi mais fácil continuar traduzindo baixinho mesmo…

Alimentação

Você pode ficar o dia todo a base de besteiras (como fiquei nos 2 da Universal), mas como falei antes, preferi almoçar ‘de verdade’. Prá isto, volto a falar que vale muito fazer as reservas no site oficial antes de ir. É de graça e você estará certo de ter lugar prá ir. Claro: comer num fast-food demora no máximo 20, 30 minutos, já contando as filas, enquanto num restaurante você pode levar até 1 hora ou mesmo um pouco mais… então dependendo do seu passeio, pode achar perda de tempo, e isto vai de cada pessoa.

Além disto, há algumas comidas ‘clássicas’ que todo mundo deve comer pelo menos 1 vez… ou não 😉 Por exemplo, vale muito experimentar o sorvete com formato de Mickey– não é caro e é uma diliça; também tem umas ‘sanduiche de sorvete’ que é ótimo. Outro famoso é a  ‘Coxa de peru”, um negócio gigantesco que deve ter mais calorias que uma refeição do McDonalds… só consegui comer porque dividi com a Mima, mas aquele precisa estar muito animado, viu!

É isto: falei que tinha um monte de lugar falando dos parques, então não ia falar nada, mas não resisto. Quem sabe consigo aproveitar o carnaval prá escrever mais um pouco, no intervalo das arrumações finais do ‘quarto do bebê’

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