Mont Saint Michel, durante o dia

No dia seguinte, acordamos cedo, guardamos as coisas no carro, tomamos café ali perto e pegamos o ônibus para o monte.

Chegando cedinho no monte...

Chegando cedinho no monte…

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Primeiro que no caminho estava começando a subir a maré, então tinha que começar a tirar fotos. Ali a dúvida era: subir e perder a subida da maré ou ficar por aqui? Resolvemos subir…

Uma vila medieval

Desde a entrada, as ruas cheias de paralelepípedos, as muralhas… tudo enfim mostra que estamos em uma cidade medieval. A última vez que me senti deste jeito foi em Cesky Krumlov, na Republica Tcheca.

Andar por aquelas ruazinhas e passear nas lojinhas é simplesmente delicioso. E a Isabeli também adorou, pois as batidas no chão parece que davam um soninho…

Entrando na cidade medieval

Entrando na cidade medieval

Isso sim é aproveitar o lugar..

Isso sim é aproveitar o lugar..

Ruazinhas estreitas cheias de comércio.

Ruazinhas estreitas cheias de comércio.

As escadarias

Não tragam carrinho! Este foi o único erro ali dentro: tem muita escadaria, e são escadas íngremes… assim, se por um pedaço nos paralelepípedos parece que vale, quando começa a subir as escadas é só arrependimento hehe. Este é o típico lugar que o canguru é a solução.

Mas fora isto, vá subindo as escadas até encontrar alguns lugares com visões estratégicas da região. Foi só ali que percebemos o quanto a maré havia subido.

Aproveite e passeie bastante, porque ali a cada curva é uma casa diferente, um lugar diferente para simplesmente parar e ficar admirando.

Pequenas escadarias

Pequenas escadarias

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Vista de dentro do monte

Vista de dentro do monte

Comendo

Ali dentro existe um dos omeletes mais famosos do mundo, no “La Mere Poulard” Fala-se tanto que cheguei a pensar em experimentar, mas é caríssimo e muita gente fala que é bem sem-graça, assim que não quis arriscar. O que fizemos, foi comprar uns cookies Mere Poulard no mercado na vila – deliciosos e a caixa metálica em que eles vem ficou com um ótimo souvenir de viagem.

Na hora de ir embora, outro grande motivo para ficar pelo menos 1 noite por lá: a gente já estava a bastante tempo por ali, mas olha a muvuca do povo chegando.

Olha a muvuca chegando...

Olha a muvuca chegando…

A represa

Um lugar interessante para se ver a maré é a represa que fica ao lado da estradinha, lá no começo. O Monte fica meio longe, mas ali dá para ver bem como a água está alta e como ela baixava em velocidade. Claro: o ideal era ficar ali as 2 horas, para ver tudo, mas a gente tinha estrada para pegar mais tarde e não daria para ficar tanto tempo por ali – por isto que hoje penso que mais 1 noite ali seria muito bom.

Com bebês

Carrinho: já falei para não trazer! Foi ali que vi meu primeiro carrinho infantil de 2 andares, mas a verdade é que naquelas escadarias é muito complicado. Mas isto vale para quem for de ônibus – quem quiser ir caminhando pela estradinha, aí o carrinho se torna extremamente útil.

Trocando: Não encontramos banheiro especial nem nada, mas isto gerou uma das melhores lembranças da viagem: pegamos um daqueles postos de observação da idade média, encravado nos muros, e trocamos ali mesmo. Nada como trocar de fralda em um lugar com séculos de existência. Encantador.

Belo lugar para uma troca

Belo lugar para uma troca

O que faria diferente

Quando fomos, subimos para conhecer por dentro do Monte, ao menos um pedaço – e isto foi muito legal. Porém, o que faria diferente  é simplesmente me instalar em algum hotel ou restaurante com boa visão – ou mesmo do lado de fora do monte – e ficaria ali por 2 horas, simplesmente esperando a maré subir, olhando a água chegar, e mais nada. Só depois disto é que me preocuparia em conhecer as outras partes do lugar.

O que faltou visitar

O principal lugar para se visitar é a Abadia de Saint Michel mas acabou que resolvemos não conhecê-la. Além da Abadia, há alguns museus e outros lugares de interesse mas para a gente, só andar por ali já foi o suficiente. Para quem quiser, há tours organizados e mesmo passeios noturnos pelo lugar.

Também há passeios a pé para se fazer: Durante a maré seca, dá para fazer andar desde umas poucas horas até passeios mais longos pela região – ou mesmo dar a volta completa no monte pela areia. O importante é fazer com guia, pois ser pego de surpresa pela subida da maré pode ser extremamente perigoso. Precisa pesquisar, mas deve ser uma experiência sensacional.

E é isto: ainda tem mais um post sobre Saint Michel, para falar qual o hotel e o restaurante dos quais você deve fugir quando estiver por ali 😉

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