Subindo a Torre Eiffel

Depois de 1 semana, já havíamos visto a Torre de perto, de longe, de barco, de noite e de dia… mas pelo menos na primeira vez por lá (espero que haja outras), tinha que subir na torre Eiffel.

Comprando as entradas

O problema: em todo lugar falam em filas de 2 horas para subir… mais: houve um problema em 2012 com um dos elevadores, então as filas estavam levando ainda mais tempo do que o normal. E se perder 2 a 3 horas em fila durante as férias já é uma baita sacanagem, pior ainda com a filhota chorando no ouvido… Para resolver, a única solução possivel: comprar pela internet

Para variar, o Viaje na Viagem tem um passo a passo bastante útil de como fazer esta compra. Porém, ai tivemos outro problema: o próprio site alertava para comprar com uns 2 meses de antecedência porque, como havia somente 1 elevador, poucos lugares estavam sendo vendidos pela internet. E por poucos, quero dizer umas dezenas por dia e não em todos os horários.

Escolhendo o horário: Ver uma cidade de cima é sempre lindo – e se tiver como vê-la durante o dia E durante a noite, melhor ainda. Assim, pesquisando descobri que o pôr-do-sol em Paris era por volta das 20h30 e mais ou menos 1 hora antes disto eu “tinha que” estar lá em cima.

Pesquisa em um dia, nada… pesquisa outro dia, nada… até que consegui ver um dos dias da viagem com o horário que a gente queria: sexta-feira, 31 de Agosto às 19h30. Comprei na hora! Detalhe: era 19 de Junho. – uns 70 dias antes, mas se não compro logo, ficava sem: olhei uns dias depois e já não tinha mais. Imagino que este ano não esteja tão complicado assim, mas é bom ficar sempre de olho.

Custo total: 28 euros para 2 pessoas até o terceiro andar (a Isabeli ainda não pagava, claro).

Chegando

Quando ‘todo mundo’ fala sobre algo, normalmente tem razão: nossa chegada na torre foi pelo metrô Trocadéro, e a vista é impressionante. Dá vontade de ir tirando foto desde o metrô até a Torre. É uma caminhadinha, mas a vista vale demais a pena.

Chegando em Trocadero

Chegando em Trocadero

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Festa na torre

Festa na torre

Chegamos quase correndo, umas 19h15, e não deixaram a gente entrar. Só na hora exata! Pelo menos rapidinho a gente subiu no elevador e já estava no Segundo andar (que já é altíssimo!).

A vista dali é linda, linda… e já dá para se contentar só com ele mesmo – ainda que é óbvio que vale subir até o terceiro.

Dica: leve blusa: mesmo nos dias quentes que pegamos, ali em cima venta muito – dá para ‘se esconder’ dentro de uma parte de vendas, cafés e coisas assim, mas a vista para valer tem que ser do lado de fora, totalmente aberta.

Mal educados do mundo, uni-vos

A fila para pegar o elevador do segundo para o terceiro andar era gigante e um tanto lenta. Mas isto não seria problema, não fosse um monte de gente falando uma língua que eu não conheço(mas tinham jeito de europa do leste). Sabe aquele bando de adolescentes brasileiros, que vivemos com vergonha de encontrar por ai? Pois estes eram muito piores – mais ainda porque era um bando de adultos (entre 30 e 50 anos). E ficavam empurrando todo mundo, o tempo inteiro.

Tinha uma mulher atrás da gente que nem a menina no colo respeitou – chegou ao ponto de eu começar a cortar a mulher quando ela empurrava a gente para furar a fila – depois de um tempo, encostamos em um canto, deixamos aquele bando passar e só depois seguimos – não vale a pena deixar os mal-educados atrapalharem seu passeio!

Pequena fila para o elevador

Pequena fila para o elevador

Terceiro andar

Lá de cima a vista segue impressionante, mas é muita gente espremida em pouco espaço, então diminui um pouco o barato. De qualquer jeito, foi legal ver a cidade tão do alto assim. Além do mais, é divertido ver monte de gente brindando (dá para comprar sua taça de champanhe) e mesmo 1 casal estava se casando lá em cima 😀

Claro: se no segundo já ventava, no terceiro o negócio atingia um nível mais alto – e eu sem blusa! haha Mas não precisa se desesperar: em cima também tem um pedacinho que fica protegido para quem não tem tanto ânimo. De qualquer jeito, não fiquei mais que 30 minutos por lá e já desci, mais do que satisfeito.

Arco do Triunfo

Arco do Triunfo

Paris vista de cima da Torre

Paris vista de cima da Torre

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A Descida

Na volta, a cidade já estava toda escura e nada como dar uma volta por toda a extensão da torre, agora com menos gente um pouco. A vista era maravilhosa e mesmo com muito vento, a gente protegeu ao máximo a Isabeli e seguimos. Também foi divertido foi ver a torre piscando, agora por dentro.

Quando fomos se arrumar para descer, vimos que a fila era uma coisa gigante – e claro: não havia fila preferencial. Assim, comemos alguma besteira por ali (menos caro do que esperado) e deixamos baixar a poeira um pouco, saindo já depois das 22h00.

Torre vista do segundo andar

Torre vista do segundo andar

Tá frio, mas tô me divertindo muito

Tá frio, mas tô me divertindo muito

Preparando para Um lobisomem Americano em Paris

Preparando para Um lobisomem Americano em Paris

Quando finalmente chegamos lá embaixo, a vista da torre a partir de Trocadéro é fantástica novamente.

Torre Eiffel com bebês

Preparação: A Isabeli não gostava de dormir muito tarde (aliás, até hoje: deu 19h00, já está resmungando para dormir – a menos que esteja em um shopping, onde pode ficar até as 22h00 sem problemas – a mulherada começa cedo…). Assim, enquanto eu via uns museus que só interessavam a mim (Rodin e Invalides), a Mima e a filhota ficaram descansando em casa. No final, ela só chorou quando a gente já estava quase no elevador para voltar, que ela acordou assustada e já era muito tarde… mas rapidamente se acalmou e ficou tranquila o resto do tempo, observando tudo.

Carrinho: No elevador, tem que dobrar. Lá em cima, com aquela aglomeração enorme, seria difícil usar… até sentimos falta na hora que ela dormiu, mas fica mais quentinho colada na gente. Assim, foi uma sábia decisão ter deixado o carrinho em casa

Troca: Tem trocador no segundo andar, mas só a mãe pode entrar.

Temperatura: Já falei que venta? Pois é… vá preparado: dentro da parte de compras tem calefação e tudo, então é bem quentinho – mas toda hora tem gente abrindo alguma porta. De qualquer jeito, para aproveitar tem que sair do quentinho, então leve bastante agasalho.

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Finalizando

Muita gente fala que é bobeira, que não precisa e tals… acho que se fosse para enfrentar 2 ou 3 horas de fila, concordaria plenamente e não teria ido – assim, compre antes pela internet. O preço é praticamente o mesmo e, mesmo que nem haja filas no dia que vc for, vai ficar mais seguro.

E curta muito: gostei mais das vistas de Montparnasse e até do Arco do Triunfo (principalmente porque dá para ver a Torre estando neles),  mas nada se compara com estar ali. Vale demais!

Saída por Trocadero novamente,

Saída por Trocadero novamente,

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Uma resposta

  1. Há quem diga que não vale a pena subir lá em cima e que a vista é quase a mesma do segundo, mas acho muita pão durice não gastar uns eurozinhos a mais, já que está ali, para chegar ao melhor ponto de observação da cidade. Só lá de cima é que se percebe como tudo é muito uniforme e bem planejado em Paris. Com exceção da Tour Montparnasse, totalmente deslocada e feia no contexto da cidade, os prédios parecem todos harmônicos entre si, quase sempre com a mesma cor, tudo entrecortado por avenidas cheias de árvores. Legal mesmo. Não tenha medo do clichê e suba!Existem algumas mostras sobre como a torre foi feita (há mais de 100 anos atrás) e um ponto de observação coberto, imediatamente abaixo do terraço do terceiro andar.Depois de descansar um pouco lá em cima, descemos para pegar o metrô de volta ao albergue. No entanto, o Marcelo e o Rafael nos convenceram a ir com eles até o Museu de Arte Moderna do Georges Pompidou, uma das atrações mais visitadas na cidade, mas que não estava nos nossos planos. Não sou fã de arte que não entendo muito e passei olhando as coisas sem achar muita graça em nada. Um amigo meu que já esteve lá e que entende mais dessas coisas disse que achou tudo meio “parado na década de 70”. Eu e o Diego saímos mais cedo que os outros e ficamos esperando na praça ao lado, cheia de gente sentada no chão, bebendo cerveja, ouvindo outros tocarem violão.Quando os demais saíram, arranjamos um lugar para comer uma massa logo ao lado.Para a nossa indignação, o sol se abriu e o céu estava azulzinho, azulzinho, como queríamos que estivesse duas horas antes, enquanto estávamos na Torre. Mas, azar!

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