Marais

O Marais é um dos bairros mais tradicionais de Paris, e um dos mais indicados para um bom passeio a pé. No final não sobrou tanto tempo, mas consegui passar umas horinhas na região – e é realmente uma delícia.

Começaria pesquisando com estes 2 posts: Passeio a pé  e um resumo da região (aliás, este aqui nem existia quando eu fui, mas gostei bastante). No Airbnb também tem um bom texto sobre o bairro.

A Bastilha

Nem sei se já é Marais, mas queria dar uma passada neste lugar de tanta história, que lembrava deste os tempos do colégio com a Queda da Bastilha. Mas hoje não tem praticamente nada por ali: desce do metrô, sobe as escadas e mal dá tempo de tirar foto do marco que ficou, só para deixar registrado que ali ficava a bastilha, mas hoje é um grande cruzamento de carros.

Bastilha

Bastilha

Place des Vosges

Uma das mais famosas(e mais antigas) praças do mundo, a Praça des Vosges data de 1612 e é toda quadrada, sendo circundada por um monte de casinhas iguais, vermelhas, muito bonitas – entre elas, a casa de Victor Hugo(hoje Museu do Victor Hugo) e um monte de outras que já foram muito importantes.

Não esperava tantas árvores e menos ainda tanta gente, mas é justamente este monte de gente sentado em tudo que é lugar que dá um clima bem legal para a praça. Pelo pouco tempo que tinha, não consegui aproveitar tanto quanto a Plaza Mayor ou a Praça Central de Praga, mas gostei bastante e voltando a Paris, certeza que vou dedicar um pouco mais de tempo para a Place des Vosges e região.

Place des Vosges

Place des Vosges

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A criançada também tem seu lugar...

A criançada também tem seu lugar…

Rue des Rosiers

Saindo dali é claro que me perdi um pouco (aliás: como é gostoso se perder numa cidade desta), mas eventualmente cheguei na lindinha Rue des Rosiers, uma ruazinha bem apertada feita de paralelepípedos que parece um calçadão (mas de vez em quando passa uma moto ou um carro menor, então fique de olho).

Marais - Rue des Roisiers

Marais – Rue des Roisiers

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Ela vale percorrer do começo ao fim, só curtindo a região. É por ali que fica o L´As du Fallafel, restaurante mais famoso do mundo a servir o tal do sanduiche de Fallafel – um bolinho frito do Oriente Médio a base de grã-de-bico que pode ser comido só ou no meio de um lanche bastante interessante.

Justamente naquele dia o  L´As estava fechado – mas tem uma meia dúzia de outros na região, exatamente para aproveitar a fama do lugar. Vale por uma refeição completa o lanche (tanto que dão até garfo para facilitar)- e é bom – vale experimentar. Comprei o meu e sentei no degrau em frente a alguma loja que estava fechada ali perto – dali a pouco mais gente foi seguindo o exemplo 🙂

Depois da janta, fui andando meio sem rumo, até que sem querer cheguei ao…

Centro Georges Pompidou

Desde sempre eu sabia que este não é um lugar para mim: arte moderna é um conceito que não entra na minha cachola – mas por fora este enorme museu é muito, muito curioso, e todos dizem que tem uma bela visão de Paris. Como estava incluído no Paris Pass, entrei.

Positivo: realmente é uma experiência divertida ir subindo aquele monte de escadas rolantes pelo lado de fora – e a vista de Paris é muito bonita mesmo (só é ruim de fotografar através dos vidros bem sujos do lugar).

Centro George Pompidou

Centro George Pompidou

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Curiosa a quantidade enorme de construções…

Montmartre e a Sacré Couer

Montmartre e a Sacré Couer

Já o lado negativo é, como imaginado, o próprio museu. Ou dá para dizer que isto é arte?

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WTF?

Mas mesmo não gostando da temática do museu, só pela parte externa e pela vista já vale o passeio –  e se você curtir arte moderna então, estará no paraíso. Quem não tem passe, a entrada custa 13 euros e por 3 euros dá para ir até o sexto andar, para ver somente a vista.

Cinematéque

Para terminar, um lugar que fica bem longe do Marais, mas um aficcionado tinha que ir, é a Cinemateca francesa. Fica meio longe no metrô, mas a entrada estava incluída no Passe, então lá fui.

E logo de começo, uma gratíssima surpresa. Não sei quem viu A Invenção de Hugo Cabret(recomendadíssimo ver antes de ir a Paris, aliás). Boa prte do filme é dedicada a um dos primeiros cineastas da história: o francês Georges Méliés. Também ‘personagem’ importante da história é um boneco mecânico – um autômato

Pois lá estava ocorrendo uma exposição de Méliés e, entre os objetos expostos, o autômato original. Também tinha figurinos usados em  de “Da Terra a Lua”, filme de 1902 – pena que não dá para tirar fotos, então fica só esta do filme mesmo.

Imagem de Da Terra à Lua

Imagem de Da Terra à Lua

Autômato de Hugo Cabret

Autômato de Hugo Cabret

No mesmo andar tinha máscara usada no Planeta dos macacos (o original, de 68) e alguma coisa de Hitchcok. Terminei o piso em uns 30 minutos e fui procurar o próximo… só que não tinha próximo. O museu é muito, muito pequeno. Assim que terminei com um sentimento misto: adorei o que vi, mas era tão pouco que decepcionou. E deste jeito, nem sei se dá para recomendar a viagem até ali – só para quem gosta muito da sétima arte mesmo.

Está tremida - mas é a robõ de Metrópolis original!!

Está tremida – mas é a robõ de Metrópolis original!!

Para terminar o dia: Champs Elysées, que nada como passar por ali num sábado a noite.

De noite, no Arco do Triunfo

De noite, no Arco do Triunfo

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