KARLSTEJN

Já havia comentado, mas foi no dia anterior  que voltou a complicar por causa daqueles bichinhos de Cracóvia – os braços começaram a coçar, e a noite lá no hotel foi terrível, a ponto de achar que havia algum inseto na cama (o que óbviamente não era o caso).

Tudo isto me fez repensar muito nos planos para o último dia em Praga, mas de manhã reli um pouco,  olhei fotos e depois de pensar, ficou a pergunta: quando terei outra oportunidade desta?  Por mais que esteja meio complicad, tem que ir, né! Assim, reuni um pouco de coragem para ir até um dos castelos da redondeza, o de Karlstejn

CHEGANDO

Para ir até o castelo, pode pegar o trem tanto da estação principal quanto de Smichov. Foi dificil me entender com a tiazinha do caixa, mas colocando números num papel e falando o nome do lugar várias vezes, acabou saindo. O trem estava em cima da hora (sai de hora em hora), mas nada que uma corrida não resolvesse 😉 O trem você pega até Beroun, e parece trem de linha com gente subindo e descendo toda hora – são somente 45 minutos até lá e a passagem ida-e-volta ficou em 73 coroas.

Chegando na cidade, vá seguindo o povo, porque você está a uma distância razoável do castelo. Somente depois de atravessar uma ponte sobre o rio aparecem placas para indicar que está seguindo no caminho certo. Pouco depois destas placas chega-se à cidade, que na verdade é uma vilazinha.

E esta pequena vila é uma graça: 1 rua central, diversas casinhas bonitas e de tempos em tempos passa alguma charrete, que você pode pegar para subir até o castelo (a subida é bem pesadinha…). Nas casas, repare nas ‘pontes’ que servem para entrar em casa e também de garagem, pelas quais passa uma canaleta com a água, que segue até o rio. Mas logicamente, o mais bonito é o Castelo, lá em cima vigiando tudo.

 

A enorme cidade

 

Detalhe das pontes/garagem

A melhor visão do castelo é a de baixo

KARLSTEJN

A subida até o castelo é razoável, mas mesmo cansando vale muito a pena. Lá em cima, passe por todos os lugares e veja a beleza que é o vale, pensando na visão perfeita de torre de vigia que tem-se ali, que explica perfeitamente porque este lugar foi construido, em 1348, com o único objetivo de guardar os tesouros reais, principalmente relíquias religiosas e as jóias da coroa.

Há 3 tours diferentes no castelo e vale pesquisar sobre todos eles, que podem ser reservados com antecedência no site. Eu, como não estava querendo enfrentar a fila (como é muito perto de Praga, é bem cheio), fiquei só dando voltas por ali que já foi o suficiente. Sem o tour, uns 30 minutos já dá para começar a descer.

 

Vista a partir do Castelo

Estava meio sem vontade pela manhã e ainda bem que mudei de ideia, porque valeu muito.

 

Voltando...

“CRUZEIRO NO VLTAVA”

Como não fiz passeio no Danubio, queria aproveitar ao menos aqui, mas sozinho não queria um daqueles passeios cheios de casaizinhos, então como cheguei cedo peguei 1 que fica bem no inicio da Charles Bridge, onde um povo fica oferecendo estes passeios básicos.

Comprei e desci meio desconfiado para o embarcadouro, entrando num barco bem menor que os outros – e o passeio surpreendeu positivamente 😀 Ficamos uns 40 minutos, e por o barco ser pequeno ele vai até alguns lugares que os outros não vão. Gostei bastante, e foi ótimo para terminar o passeio no Ponte de maneira diferente, agora por baixo.

 

Passando por baixo da ponte

 

Isso sim é barco...

Detalhe são as diversas mensões às enchentes gigantescas.. olhando a altura que apontam, não dá para imaginar. Para terminar, ainda valia entrada gratuita para o museu da ponte, que era ali pertinho.Como falei no post da ponte, o museu é só ok – mas do jeito que ficou, pareceu ser de graça, então foi ótimo hehehe.  Valor total: 290 CZk (sim, é meio carinho…)

Adiós...

PRÁ TERMINAR

Como ainda era dia, fui passar uma última vez no centro histórico, que tinha terminado a restauração da Torre – que ficou obviamente ainda mais bonita. Ultima vez vendo os bonecos passando na hora cheia. O pessoal da cidade sabia que era meu último dia e resolveu colocar em vários lugares da cidade grupos com danças folclóricas (acho que polonesa). Sem dúvida, uma bela homenagem 🙂   Até que cansei de ficar com o braço inchado e passei gastar uma pequena fortuna na farmácia – “Nem tudo é perfeito”.

 

A Torre do Relógio agora totalmente restaurada

Festa de despedida - obrigado pela homenagem

Nos ultimos posts, quero passar aquele meu ‘geral’, mas antes comentar as opções da Vida noturna de Praga – e não estou falando de baladas…

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