Catavento Cultural

Procurando algum lugar que a Isabeli pudesse curtir também, acabei me deparando com o Catavento Cultural. Já tinha ouvido falar, mas não fazia ideia do que era – pesquisando, era ‘só’ o Número 1 em atrações na cidade de São Paulo pelo Trip Advisor (neste momento, caiu para segundo).

Como pode um lugar ser tão bem avaliado e eu nem saber o que era? O site deles é bastante informativo , mas ainda não sabia direito o que esperar – pegamos o endereço e lá fomos…

Chegando – e um susto

O Catavento fica no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro II. Dá para ir de metrô razoavelmente fácil, mas estava preguiçoso e fomos de carro. O problema é que carro ali no centro é complicado, e mesmo no gps, é meio ruim de achar a entrada, já que o Parque é bem grandinho. Mas após achar, o estacionamento é bem grande.

Catavento Cultural

Catavento Cultural

Agora o susto: deixamos o carro, aproveitamos o lugar e após o almoço dei uma passada no carro, quando encontro a janela estava totalmente aberta! Rapido vou ver e – UFA – tudo no lugar, nada mexido… foi na hora de acionar o alarme que apertei o errado e eu deixei o carro totalmente escancarado – umas 4 horas depois e absolutamente nada foi roubado. Só por milagre mesmo…

Catavento Cultural

Do lado de fora tem algumas réplicas de aviões e de cavalos, representando velhos meios de locomoção da cidade – a Isabeli adorou os cavalos, mas adorou principalmente o monte de crianças: dezenas e dezenas, todas ‘organizadinhas’ seguindo suas professoras em filas da escola (os monitores ali devem trabalhar bastante) – a Isabeli quase fugiu com um dos grupos 🙂

Eita época boa..

Eita época boa..

Olha o cavalinho..

Olha o cavalinho..

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Lá dentro descobri que parece uma Estação Ciência, que eu tinha ido quando era criança, e que está fechada para reforma. Começamos pela parte chamada “Vida”, com seus aquários, insetos (encontrar os bicho-pau é bem divertido, inclusive para os adultos), tem uma parte muito interessante sobre as aves do Brasil.

Mas a melhor parte, para crianças ou adultos, é o “Engenho”, com diversos experimentos bem práticos de Mecânica, Ótica, Fluídos e um monte de coisas que, mesmo tendo estudado bastante do tema, ainda é divertido ver nos experimentos.

Lá no final é a parte mais divertida para os menores: uma enorme piscina de onde ficam saindo bolhas e mais bolhas de sabão. A criançada ficava doida e a Isabeli queria sair correndo atrás das bolhas.

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Muita mecânica e engenharia prá molecada

Muita mecânica e engenharia prá molecada

Cabelo todo arrepiado - será que foi susto?

Cabelo todo arrepiado – será que foi susto?

Criando seu próprio tornado

Criando seu próprio tornado

Almoço

Para almoçar, nada como aproveitar o estacionamento e a localização e partir para o Mercado Municipal, que fica uns 15 minutos a pé. Se estou sozinho, ia para o básico Sanduíche de Mortadela (um absurdo de grande, aliás), mas com a pequena e a Mima, almoçamos decentemente. E depois, ainda comprei um monte de doces numa loja de doces portugueses (depois reclama que tá gordo!!)

Passeando no mercado

Passeando no mercado

É meio diferente esse negócio aqui...

É meio diferente esse negócio aqui…

Universo

Voltamos para o Catavento para ver a última parte, com um meteorito e muitas imagens bonitas. Para os maiorzinhos esta área é fascinante – já a Isabeli ficou meio sem saber o que fazer, então foi rápida esta parte.

Com bebê

Claro que muito novinho não vai entender nada, mas a Isabeli já conseguiu curtir bastante, especialmente o monte de botões que tem em todo lado e ela podia ficar apertando. Crianças maiorzinhas, que já entendem um pouco o porque das coisas, vão gostar mais ainda – aliás: deve ser passeio obrigatório para ser feito por crianças pequenas e depois refeito quando um pouco mais velhas e já tiverem estudado aquilo tudo.

Carrinho: Desta vez nem levamos, mas tirando uma escadaria, daria para usar sem problemas. Para a gente, só fez falta mesmo quando para ir até o Mercado – chegamos lá com o braço dolorido já.

Troca: No final da parte de mecânica tem trocador – o que foi bom, porque ali era mais ou menos a metade do passeio.

Informações

Não sei se vale o lugar de “Principal atração da cidade”, mas sem dúvida é um lugar que vale conhecer. A entrada custa só R$ 6,00 e o estacionamento, outros 10. O nosso passeio durou umas 2 horas no total, seguido do almoço no mercadão e mais uns 30 minutos a tarde. Assim chegamos lá pelas 10h00 e só saímos depois das 14h00 – bastante tempo e muito bem aproveitado.

Aproveite que o estacionamento fica mais barato e vá também no Mercado e, quem quiser comprar ou só passar, bata perna pela 25 de Março

Zoológico de São Paulo

25 de Janeiro, aniversário de São Paulo, resolvi fazer um dos passeios paulistanos preferidos da criançada, e fomos apresentar a Isabeli ao Zoológico.

Zoológico X Aquário

Por mero acaso, 1 ou 2 dias antes da nossa visita um amigo tinha lançado no facebook a pergunta de qual valia mais, se o zoo ou o aquário. O Aquário (que ainda não conheço) ganhou por unanimidade. A principal razão: ninguém consegue ver bicho nenhum no zoológico.

O pior é que isto é verdade – lembro de ter ido ao zoo várias vezes e nunca ter visto o leão nem um monte de outros bichos que sempre empolgam a criançada(e os adultos também). Ao ponto de ter preferido os incrivelmente menores zoos de Lima e Buenos Aires (não falo de Lujan) ao de Sampa, já que neles dá para ver os bichos de perto.

Lembrando disto tudo, um plano de 2 palavras:

Chegue cedo!!

O zoo abria as 9h00 e, por mais difícil que tenha sido fazer isto num feriado, 9h10 já estávamos no portão. Horário ótimo, já que estava quente mas não muito e com bastante sombra e não tinha fila nenhuma para entrar. A Isabeli estava começando a andar, então ficou bastante no colo ainda.  Mas o melhor de tudo: chegamos aos ‘grandes mamíferos’ e todos, TODOS estavam de boa, fáceis de serem vistos. Leões, ursos, tigres, elefantes, girafas… a turma toda estava por lá.

Depois de tantos anos, finalmente encontrei leões no zoo de Sampa :)

Depois de tantos anos, finalmente encontrei leões no zoo de Sampa 🙂

E ainda tem tigre também...

E ainda tem tigre também…

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Claro: foi passando o tempo, o sol foi ficando (muito) mais forte e quando passamos em alguns lugares novamente, a bicharada já estava escondida. Mais: lá pelo meio-dia, o lugar mega lotado – com as conversas de sempre de não estarem conseguindo ver nada. Bastava ter chegado cedo 🙂

Da Isabeli, até imaginava que ela não ia entender nada, mas se poderia gostar. O curioso é que a criançada ficava apontando e rindo para os bichos, enquanto a Isabeli ficava apontando e rindo para a criançada! E quando não era isto, a alegria dela era ficar batendo nas madeiras das grades 🙂

Aliás: um dos pontos preferidos foi uma grande jaula de macacos, toda envidraçada. Um monte de macaco pulando e ela se divertindo com o vidro!

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Primeiros passinhos…

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Com bebês

Carrinho: imprescindível! Levamos o carrinho grandão e mesmo sendo meio desengonçado, foi muito útil. Mesmo agora com ela andando, levaria de novo para quando cansar. Além do mais, serviu para a hora do cochilo e como cadeira para comer. Praticamente tudo é asfaltado e são poucos os lugares que não dá para ir com o carrinho, por causa de alguma escada. Vale muito a pena

Troca: Aí está o grande problema do zoo com crianças: tem 1 único trocador e fica láaaaaaaa longe (ok, fica mais ou menos no meio do parque). O trocador é até decente, com microondas para esquentar comida, mas podia ter pelo menos mais 1. De qualquer jeito, trocamos e já esquentamos o almoço dela por ali mesmo.

Estas grades são muuuito legais

Estas grades são muuuito legais

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Alimentação

Tem alguns quiosques e, apesar de caros, eram menos caros do que eu imaginava. O problema é que são todos super-mega lotados e não dá muito ânimo para encarar, não. Como a gente chegou bem cedo, lá pelas 14h00 a gente foi embora e almoçou em algum shopping por ai (aliás: mais que o zoo, este dia ficará marcado como o dia em que Isabeli comeu quase sozinha uma pratada de nhoque, comida que ela nunca tinha experimentado).

Informações

No site oficial tem os preços todos. A entrada sai por R$18,00, gratuito até os 4 anos. Quem quiser, pode combinar com o Zoo safári, por mais R$16,00 Fiz este passeio há uns 10 anos e gostei bastante, apesar de não ser imperdível. E tenho boas lembranças dos tempos de Simba Safari.

Tem passeios noturnos e visitas de escolas também. O estacionamento fica bem em frente e creio que custou 10 reais.

Para a estréia da pequena, foi delicioso – mesmo tão lotado mais pro final do passeio. Por um acaso, soube quase 1 mês depois que meu cunhado tinha ido ao zoo no mesmo dia, porém algumas horas depois, e não conseguiu ver nada. Portanto: CHEGUE CEDO, antes da bicharada se esconder do sol.

É dos passeios mais curiosos e espero poder levar a filhota de novo quando for maiorzinha e entender melhor as coisas.

Subindo a Torre Eiffel

Depois de 1 semana, já havíamos visto a Torre de perto, de longe, de barco, de noite e de dia… mas pelo menos na primeira vez por lá (espero que haja outras), tinha que subir na torre Eiffel.

Comprando as entradas

O problema: em todo lugar falam em filas de 2 horas para subir… mais: houve um problema em 2012 com um dos elevadores, então as filas estavam levando ainda mais tempo do que o normal. E se perder 2 a 3 horas em fila durante as férias já é uma baita sacanagem, pior ainda com a filhota chorando no ouvido… Para resolver, a única solução possivel: comprar pela internet

Para variar, o Viaje na Viagem tem um passo a passo bastante útil de como fazer esta compra. Porém, ai tivemos outro problema: o próprio site alertava para comprar com uns 2 meses de antecedência porque, como havia somente 1 elevador, poucos lugares estavam sendo vendidos pela internet. E por poucos, quero dizer umas dezenas por dia e não em todos os horários.

Escolhendo o horário: Ver uma cidade de cima é sempre lindo – e se tiver como vê-la durante o dia E durante a noite, melhor ainda. Assim, pesquisando descobri que o pôr-do-sol em Paris era por volta das 20h30 e mais ou menos 1 hora antes disto eu “tinha que” estar lá em cima.

Pesquisa em um dia, nada… pesquisa outro dia, nada… até que consegui ver um dos dias da viagem com o horário que a gente queria: sexta-feira, 31 de Agosto às 19h30. Comprei na hora! Detalhe: era 19 de Junho. – uns 70 dias antes, mas se não compro logo, ficava sem: olhei uns dias depois e já não tinha mais. Imagino que este ano não esteja tão complicado assim, mas é bom ficar sempre de olho.

Custo total: 28 euros para 2 pessoas até o terceiro andar (a Isabeli ainda não pagava, claro).

Chegando

Quando ‘todo mundo’ fala sobre algo, normalmente tem razão: nossa chegada na torre foi pelo metrô Trocadéro, e a vista é impressionante. Dá vontade de ir tirando foto desde o metrô até a Torre. É uma caminhadinha, mas a vista vale demais a pena.

Chegando em Trocadero

Chegando em Trocadero

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Festa na torre

Festa na torre

Chegamos quase correndo, umas 19h15, e não deixaram a gente entrar. Só na hora exata! Pelo menos rapidinho a gente subiu no elevador e já estava no Segundo andar (que já é altíssimo!).

A vista dali é linda, linda… e já dá para se contentar só com ele mesmo – ainda que é óbvio que vale subir até o terceiro.

Dica: leve blusa: mesmo nos dias quentes que pegamos, ali em cima venta muito – dá para ‘se esconder’ dentro de uma parte de vendas, cafés e coisas assim, mas a vista para valer tem que ser do lado de fora, totalmente aberta.

Mal educados do mundo, uni-vos

A fila para pegar o elevador do segundo para o terceiro andar era gigante e um tanto lenta. Mas isto não seria problema, não fosse um monte de gente falando uma língua que eu não conheço(mas tinham jeito de europa do leste). Sabe aquele bando de adolescentes brasileiros, que vivemos com vergonha de encontrar por ai? Pois estes eram muito piores – mais ainda porque era um bando de adultos (entre 30 e 50 anos). E ficavam empurrando todo mundo, o tempo inteiro.

Tinha uma mulher atrás da gente que nem a menina no colo respeitou – chegou ao ponto de eu começar a cortar a mulher quando ela empurrava a gente para furar a fila – depois de um tempo, encostamos em um canto, deixamos aquele bando passar e só depois seguimos – não vale a pena deixar os mal-educados atrapalharem seu passeio!

Pequena fila para o elevador

Pequena fila para o elevador

Terceiro andar

Lá de cima a vista segue impressionante, mas é muita gente espremida em pouco espaço, então diminui um pouco o barato. De qualquer jeito, foi legal ver a cidade tão do alto assim. Além do mais, é divertido ver monte de gente brindando (dá para comprar sua taça de champanhe) e mesmo 1 casal estava se casando lá em cima 😀

Claro: se no segundo já ventava, no terceiro o negócio atingia um nível mais alto – e eu sem blusa! haha Mas não precisa se desesperar: em cima também tem um pedacinho que fica protegido para quem não tem tanto ânimo. De qualquer jeito, não fiquei mais que 30 minutos por lá e já desci, mais do que satisfeito.

Arco do Triunfo

Arco do Triunfo

Paris vista de cima da Torre

Paris vista de cima da Torre

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A Descida

Na volta, a cidade já estava toda escura e nada como dar uma volta por toda a extensão da torre, agora com menos gente um pouco. A vista era maravilhosa e mesmo com muito vento, a gente protegeu ao máximo a Isabeli e seguimos. Também foi divertido foi ver a torre piscando, agora por dentro.

Quando fomos se arrumar para descer, vimos que a fila era uma coisa gigante – e claro: não havia fila preferencial. Assim, comemos alguma besteira por ali (menos caro do que esperado) e deixamos baixar a poeira um pouco, saindo já depois das 22h00.

Torre vista do segundo andar

Torre vista do segundo andar

Tá frio, mas tô me divertindo muito

Tá frio, mas tô me divertindo muito

Preparando para Um lobisomem Americano em Paris

Preparando para Um lobisomem Americano em Paris

Quando finalmente chegamos lá embaixo, a vista da torre a partir de Trocadéro é fantástica novamente.

Torre Eiffel com bebês

Preparação: A Isabeli não gostava de dormir muito tarde (aliás, até hoje: deu 19h00, já está resmungando para dormir – a menos que esteja em um shopping, onde pode ficar até as 22h00 sem problemas – a mulherada começa cedo…). Assim, enquanto eu via uns museus que só interessavam a mim (Rodin e Invalides), a Mima e a filhota ficaram descansando em casa. No final, ela só chorou quando a gente já estava quase no elevador para voltar, que ela acordou assustada e já era muito tarde… mas rapidamente se acalmou e ficou tranquila o resto do tempo, observando tudo.

Carrinho: No elevador, tem que dobrar. Lá em cima, com aquela aglomeração enorme, seria difícil usar… até sentimos falta na hora que ela dormiu, mas fica mais quentinho colada na gente. Assim, foi uma sábia decisão ter deixado o carrinho em casa

Troca: Tem trocador no segundo andar, mas só a mãe pode entrar.

Temperatura: Já falei que venta? Pois é… vá preparado: dentro da parte de compras tem calefação e tudo, então é bem quentinho – mas toda hora tem gente abrindo alguma porta. De qualquer jeito, para aproveitar tem que sair do quentinho, então leve bastante agasalho.

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Finalizando

Muita gente fala que é bobeira, que não precisa e tals… acho que se fosse para enfrentar 2 ou 3 horas de fila, concordaria plenamente e não teria ido – assim, compre antes pela internet. O preço é praticamente o mesmo e, mesmo que nem haja filas no dia que vc for, vai ficar mais seguro.

E curta muito: gostei mais das vistas de Montparnasse e até do Arco do Triunfo (principalmente porque dá para ver a Torre estando neles),  mas nada se compara com estar ali. Vale demais!

Saída por Trocadero novamente,

Saída por Trocadero novamente,

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Louvre e região

Quarta-feira o Louvre abre mais cedo, então as 9h00 já estávamos chegando. Mesmo sendo cedo assim(pelo menos para mim é cedo, vai!), já estava sol forte e uma fila gigantesca para passar pela segurança.  Um guarda viu a gente com o carrinho e passou na frente do povo. É a Isabeli salvando o dia mais uma vez!

Chegando

Chegando

E com o Museum Pass também pulamos a fila do ingresso e fomos direto para as catracas, quando algo totalmente inesperado aconteceu!

Monalisa

Óbvio que eu esperava chegar na Monalisa em algum momento, mas pensava e ir curtindo o museu e chegaria lá quando chegasse. Pois a Mima tinha  um plano diferente: já estava vindo meio rápido do lado de fora. Lá dentro, acelerou mais ainda: pegamos um mapa, as orientações e ela disparou. Subia as escadas quase correndo com a Isabeli no colo e eu tentando alcançá-las, carregando o carrinho.

Até a Monalisa tem muita escada, mas só tive um descanso quando chegamos lá, frente a frente com a moça. Óbvio que ela mal parecia cansada, enquanto eu estava a ponto de um ataque (eita forma física boa…). E mais óbvio ainda: um monte de gente tinha chegado mais cedo e feito exatamente a mesma coisa 😉

Pior que parece que colocaram o quadro ainda mais afastado do povo, com um enorme cordão de separação, além do já conhecido vidro que protege. No fim, sabemos que é pequeno e fica distante, mas ‘tem que’ ver e vale a pena – só não precisava ter corrido tanto hehe.

Isabeli, super feliz por ver a Monalisa

Isabeli, super feliz por ver a Monalisa

Olha o povo...

Olha o povo…

Depois de sair do aglomerado, curta o próprio salão em que está, que tem uns quadros impressionantes.

Agora sim, o Museu

Depois da Monalisa, muita gente já vai embora – mas não dá né… tem muita coisa para ver ainda. Já por ali mesmo dá para aproveitar uma das coisas que mais gosto, que é a fase do Renascimento. Posso não entender o porque de serem grandes obras,  mas é fácil gostar da dramaticidade com que os italianos pintavam as coisas. Só tome cuidado, que dá para passar o dia todo somente em uma pequena parte do museu, porque tem muita, muita coisa.

Se morasse em Paris (sonho meu, sonho meu…), daria tempo de conhecer mais, mas como isto não é provável no curto prazo, aproveitei alguns guias que havia comprado para marcar alguns que ‘este eu preciso ver’ e tentar chegar neles, vendo o restante do museu no caminho.

Alguma sala real

Alguma sala real

Destaque para as sessão egípcia e assíria que são gigantescas e tem muita coisa interessante com suas múmias, estátuas de Amom, leões assírios e um monte de coisa parecida com o que vimos no Museu Britânico, mas que ainda assim valeram a pena. Também uma área que eu nem esperava muito, mas que é muito bonita, são os Quartos/Salões Napoleônicos.

O real "Livro dos Mortos" - que tanto filme já rendeu

O real “Livro dos Mortos” – que tanto filme já rendeu

Salas de Napoleão

Salas de Napoleão

Também nestas áreas históricas podemos ver o Código de Hamurabi e inscrições contando a história de como o rei de Moabe derrotou os israelitas. A parte histórica é impressionante – só perdeu no meu gosto para os quadros renascentistas.

Vênus de Milo

Uma estátua grega descoberta na ilha de Milo, a Vênus de Milo só perde para a Monalisa para a fama – mas nela a gente chegou sem correria – pouco lotada estava..

A Vênus é aquela branquinha láaaaaa no fundo

A Vênus é aquela branquinha láaaaaa no fundo(desculpe pela tremedeira)

Aliás, nas áreas grega e romana também dá para se perder fácil.

Debaixo da piramide

Debaixo da piramide

Outro dos Grandes: A Vitória de Samotrácia

Outro dos Grandes: A Vitória de Samotrácia

Almoço

Saímos do Louvre pelas 13, 14h00 e fomos almoçar. Achei que seria fácil encontrar algo, mas ali do lado do Louvre não tem tanta opção, e os que encontrava, estavam lotados . Mas depois de umas 2 quadras pela Rue de Rivoli, paramos em um lugar meio bagunçado.

O almoço foi bom, com um preço decente, mas o que foi inesquecível foi a Sopa de Cebola da entrada (pense em Soupe a L´Oignon gratinée que fica mais chique hehe)- ficou como uma das melhores lembranças de comida da viagem toda. Pena que não tenho  o  nome do lugar, porque era magnífico. E o garçom ainda fez uma baita farra com a Isabeli.

Intervalo pro almoço

Intervalo pro almoço

Informações

No site oficial tem muita informação útil para ajudar a se planejar. Quarta e Sexta fica fica aberto mais tempo,  mas nas terças é fechado. A entrada para quem não tem o passe custa 11 euros + a fila da compra (porque o tempo que vai perder ali é até mais caro que o preço da entrada)

Com bebê

São muitas, muitas escadas. Há elevadores, mas são difíceis de achar e no geral a gente carregava o carrinho, assim se for somente no Louvre, não sei se carrinho é lá muito útil. A grande vantagem é que, como é grande, houve momentos que a Isabeli tirava o maior cochilo e no carrinho é bem mais fácil que no canguru.

Claro: saímos dali e fomos para outros lugares, além de ter que voltar tuuudo para casa a pé – ai sim o carrinho foi muito útil, mas somente no museu não sei se vale.

Para trocar há alguns banheiros específicos, mas a gente só achou 1 vez. Assim, pelo menos 1 das trocas fomos em um canto mais separado e aproveitamos um dos bancos de descanso mesmo.

Mamadeira já é fácil: qualquer hora e qualquer lugar está ótimo 🙂

Tuilleries

Não sei o que esperava do “Jardin des Tuilleries”, mas com certeza não era esta terra seca, meio pedregulho…e com o sol fortíssimo que fazia naquele dia, só passamos pelo jardim porque era nosso caminho. Mas mesmo esta terra não deixa de ser bonita, especialmente com suas fontes no meio. E em Julho, quando um parque de diversões fica em funcionamento, deve ser muito gostoso.

Acho que vale a passada quando estiver no Louvre – ou quando o parque estiver instalado, que dizem que a vista da Roda gigante do parque é maravilhosa!

Tuilleries

Tuilleries

Lorangerie

Queríamos ver As Nympheas – falo dos quadros de Monet – mas lá no começo da viagem a gente tinha ido conhecer os jardins que a originaram.

Mas tinha que conhecer o quadro também, oras.. e lá fomos a este pequeno museu no final(ou início, dependendo do ângulo) do Jardim de Tuilleries. A fama do Museu Lorangerie é  principalmente por causa de um salão com vários quadros desta coleção das Nympheas. Tem muita informação aqui.

Foi bem interessante comparar, e os quadros são muito bonitos, mas depois de ver a realidade do jardim, perde demais na comparação e acaba sendo até decepcionante.

Além das Nympheas, ali tem vários outros quadros, especialmente Picasso, Cézanne e o próprio Monet.

A entrada custa 7,5 euros e há ingressos para combinar com o D´Orsay(que não fui). Para mim valeu por que estava incluído no museum pass, mas acho que só vale pagar quem quer muito conhecer a coleção do lugar – fora isto, pode ficar no Louvre mesmo.

Por último: aqui é proibido carrinho, com o nosso ficando na recepção.

Louvre de noite

Quarta-feira fica até bem tarde aberto, então não resisti e voltei a noite para o Museu. Muito mais tranquilo, claro… passei pela Venus de Milo quase totalmente sozinho, ainda que a Monalisa continuasse com um monte de gente.

A Venus, depois das 20h

A Venus, depois das 21h

Mesmo de perto.. só da para ver reflexos de vidro

Mesmo de perto.. só da para ver reflexos de vidro

Valeu para ver mais algumas alas que eu queria e principalmente para ver as pirâmides de noite, que ficam lindíssimas! Me imaginei Robert Langdom chegando para desvendar o Código da Vinci 🙂

Acho o Museu Britânico mais organizado, mas o Louvre é “O museu”. Tem que ir, não tem jeito… e vale dedicar pelo menos algumas horas para ele.

De dentro para fora

De dentro para fora

Pirâmide surreal

Pirâmide surreal

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Indicação de leitura, agradecimento e mudanças na Net

Indicação

Na época de Miami, tirei boas informações do Wazari e semana passada ele escreveu um post que tem tudo a ver com o que tenho escrito aqui, então tenho que indicar: “Paris: Passeio com crianças“.

Fiz tudo o que ele comenta ali, mas o foco aqui é em gente ainda mais nova do que ele… e ainda nem comecei a escrever, então quem precisar mais rápido, vale passar lá – e quem não tiver pressa também, que a leitura é sempre muito boa.

Agradecimento

Aproveitando que não tem um tema específico: o blog aqui é bem pequenininho, mas chegamos à média diária de 50 views (mais de 70 em alguns meses de pico)..e agora em em Abril vamos chegar aos 30 mil pageviews  nestes 2 anos e meio funcionando – o mais importante: todo mês bate com boa margem o mesmo mês no ano anterior.

É um número muito baixo perto de quase todo mundo, mas como nem no facebook eu lembro de colocar os links, acho que é um número bastante decente. Por isto, obrigado aos que aparecem de vez em quando, e principalmente para aqueles que costumam voltar.

A Efemeridade na informática.

Por último, o motivo inicial deste post:

Quando comecei o blog, colocava imagens que eu havia subido em http://olemxela.multiply.com, onde tinha fotos de viagens desde as primeiras, para o Peru e a Bolivia – me parecia melhor já reaproveitar o que tinha do que fazer upload novamente. Porém, após alguns meses comecei a subir as fotos diretamente no blog.

Pois qual não foi minha surpresa ao, neste fim de semana, descobrir que o Multiply estava fora do ar. É uma pena, já que gostava bastante dele e quase comecei meu blog lá. Não sei há quanto tempo ele está fora, mas já é o segundo ´álbum’ online que faço e que acaba saindo do ar.

Lembrando do viciante orkut (que conheci em minha primeira viagem e foi um companheirão na segunda) e pensando nestes 2 álbuns que eu ‘perdi’, é realmente impressionante como as coisas nascem, crescem e morrem numa velocidade cada vez maior na internet. Mesmo gigantes, como o facebook, começam a perder seus usuários.

Por outro lado, quando comecei no colégio(94) o Windows estava ainda surgindo – e cá estou, 20 anos depois, montando o sistema da Virada Cultural para Smart Devices. Assim, sem esta ‘efemeridade’ eu poderia nem ter emprego 😉

Mas ok, isto tudo é filosofia…. por sorte eu havia feito backup e sabia exatamente que fotos colocar em que lugar dos posts. Assim que passei umas horinhas subindo as fotos e ajeitando os posts. Se alguém andou acessando algo sobre Madri (e a Final da Copa do Mundo… ), Polônia, Budapeste ou Viena, pode voltar que já está arrumado.

E para mim valeu rever aqueles posts… dá uma vontade danada de voltar a todos aqueles lugares – mas ainda tem tanta coisa para se ver que dá até ansiedade – deve ser a Síndrome da Próxima Viagem :-D. Pior: estava planejando para Junho, quando surgiram mudanças muito grandes e a próxima viagem está adiada por tempo indeterminado – mas é por um bom motivo – e a história fica para outro dia.

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