Chegando em Belo Horizonte

De São Paulo a Belo Horizonte são 600 km de estrada. Assim, pelo menos a ida eu achei melhor ir em 2 dias. A ideia era sair de casa num sábado a tarde, dormir em algum lugar no caminho e só no dia seguinte seguir para Belo Horizonte. Desta maneira, além de chegar mais descansado, ainda chego em BH durante o dia – e sempre é mais fácil achar o hotel durante o dia.

Antes de sair, encontrei este post bem legal. Ali fala de algumas paradas interessantes no sentido contrário, entre BH e SP. No final eu acabei nem usando estes lugares, mas os vi durante o caminho e pareceram boas ideias.

Assim, daí de casa Sábado por volta das 16h30. A Fernão Dias sempre teve uma fama muito ruim e as últimas vezes que passei por ali, em 20010 e 2011, a estrada fez jus a fama. Mas, para minha agradável surpresa, desde praticamente a saída de São Paulo até a chegada em BH, a estrada está bem decente.

Para dormir, eu havia escolhido o Hotel Elacom em Perdões, cidade já mais da metade do caminho, onde cheguei 5 horas depois de sair de São Paulo. Este foi o único hotel que encontrei que ficava na beira da estrada – assim deixei reservado 1 semana antes, mas nem precisaria – o hotel estava bem vazio e há mais uns 3 na mesma região. Ele fica realmente na beira da estrada, porém no sentido contrário ao que eu estava – o retorno é só um pouco depois dele e foi tranquilo.

Por fora o hotel é bem bonito e por dentro é arrumado e limpo. Por R$ 50,00 fiquei em um quarto ‘single’ com estacionamento e café da manhã. O quarto é ridiculamente pequeno, mas só para passar a noite é mais que o suficiente, e o chuveiro estava ótimo, além de ter uma boa internet. Só o café da manhã que é muito, muito fraco. Há 3 horas dali, chegada em Belo Horizonte.

Hotel Elacom

Hotel Elacom

Quarto enooorme

Quarto enooorme

A Mima e a Isabeli saíram bem mais tarde por Congonhas até o aeroporto. Estávamos preocupados que a Isa poderia estranhar, mas ela simplesmente adorou ficar no avião. Disse que se empolgou principalmente com o lanchinho (que, claro, não comeu quase nada). Foi 1 hora de voo e as encontrei no aeroporto.

Cade este avião que não chega...

Cade este avião que não chega…

Para a volta, mesma coisa: deixei elas no aeroporto e fui embora no dia seguinte – desta vez em uma tarde somente. Esta ideia de irem de avião e eu de carro foi ótima, e devo repetir isto futuramente – até porque ficou bem barato usando milhas.

Belo Horizonte

Para passar o tempo até a chegada da família, fui para a Praça da Liberdade, centro cultural da cidade. E era dia da Virada Cultural de Belo Horizonte, assim a praça estava um tanto enfeitada, ainda que com pouca gente e poucas barraquinhas.

Adoro esta comida de rua, então almocei ali nas barraquinhas mesmo, um bom tropeiro e uns espetinhos, enquanto passeava pela praça, que é muito bonita. Aliás, fiz bem em fazer isto neste dia, pois foi o único em que as fontes que tem na praça estavam todas funcionando.

Praça da Liberdade,

Praça da Liberdade,

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Coreto da cidade ;)

Coreto da cidade 😉

Aproveitei dar uma passada pelo Palácio do Governo, que fica aberto aos Sábados e Domingos, mas não tinha tempo de visitar por dentro, então foi só uma volta nos jardins. É muito bonito!

Palácio do governo, aberto de fim de semana

Palácio do governo, aberto de fim de semana

Lá no final da viagem voltei para aproveitar um pouco do Circuito Cultural Praça da Liberdade mas falo disto mais tarde.

Mirante do Mangabeiras

Saindo do aeroporto, chegamos em Belo Horizonte já um pouco tarde, depois de um bom trânsito no caminho. Mas resolvemos ir até o Mirante mangabeiras, que tem uma vista linda de Belo Horizonte – de noite então, é uma ótima primeira impressão.

A máquina não é boa para fotos noturnas, mas coloco algumas. O que digo é que vale muito a pena ir até este mirante. Ali pertinho há outro ponto bastante conhecido, que é a Praça do Papa Não chegamos a parar por ali, mas parece bem legal para passar um tempo sem fazer nada.

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Coisas de criança

Se por um lado a espera em São Paulo, o voo e tudo mais foi tranquilo para a filhota, ela deu um show no mirante. Não sei de onde ela tinha ouvido a história da Chapeuzinho Vermelho (acho que na escolinha), mas foi chegar na entrada do mirante que ela cismou que tinha lobos ali: foi uma choradeira só, sempre reclamando que estava com medo do lobo – e não tem pai ou mãe que console.

Conseguimos ficar uns 30 minutos por ali, mas só de ameaçar por ela no chão, começava o escândalo. Tirar foto então, foi algo impossível hehe. Mas tá valendo: a vista é linda demais e quando ela percebeu que estávamos indo embora, se acalmou bem 🙂

Isabeli super feliz no mirante

Isabeli super feliz no mirante

Juntando a belíssima Praça da Liberdade e a vista do Mirante, foi uma ótima visão de Belo Horizonte – mas foi só um pit-stop mesmo, pois só no dia seguinte começamos para valer nossa viagem

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Rumo a Minas

A Isabeli está em uma fase de querer bagunçar e uma viagem muito longa pode ser complicada. Juntando que o dólar está cada vez mais alto, fazendo qualquer passagem ficar bem cara – mais ainda agora que a Isabeli paga 75% – resolvemos que era hora de ficar por aqui mesmo novamente.

Onde ir

De carro a partir de São Paulo dá para ir para muito lugar, mas desde que comecei a conhecer a parte história de outros países, sinto que do nosso mesmo não conheço nada – então que melhor do que ir para as cidades históricas de Minas Gerais?

Pesquisando vi vários relatos de gente que faz a região toda em 2 ou 3 dias – mas como estou cada vez mais adepto do Slow Travel, gosto de ter mais tempo para explorar as coisas, assim sempre pensei em pelo menos 1 semana para a região – o que me deixa com pelo menos outra semana ‘livre’ para ver mais de Minas.

Minas é um estado bem grande, e além das cidades históricas, há diversas outras regiões – algumas das que pesquisei:

– Dividindo com São Paulo, temos a Serra da Mantiqueira com destaque para Monte Verde, uma cidade deliciosa que fomos pela última vez antes da Isabeli nascer.

– Por algum tempo pensei em ir daqui até Belo Horizonte pelo Circuito das águas, do qual eu tenho boas lembranças com meus pais de um feriado em Lambari, onde comecei a dirigir ‘de verdade’. Parecia uma opção bem interessante, mas achamos melhor para algum feriado futuro.

– O que eu realmente fiquei com muita, muita vontade de conhecer é a Serra da Canastra. A Serra é composta de várias cidades pequenas com muitas cachoeiras, trilhas e vários passeios pela região, como a principal nascente do Rio São Francisco e a Represa de Furnas.

Uma turma muito grande vai para se aventurar e outra para passeios mais família – e unindo todas estas cidades temos o Parque da Serra da canastra. As fotos e as descrições me deixaram com tanta vontade que cheguei a elaborar um roteiro básico (que ainda tinha que ser melhor estruturado, mas…): sairia de São Paulo até Delfinópolis, dali para Capitólio, com uma das partes mais lindas de Furnas. Depois São Roque de Minas que pareceu ter os melhores passeios possíveis de serem feitos de carro (tem muita coisa somente de 4X4 ou trilha) – e finalmente Belo Horizonte.

Porém, tivemos em 2014 a maior seca em décadas, e não afetou só São Paulo. A represa de Furnas diminuiu demais de tamanho. Em Delfinópolis, com uma estrada que precisava pegar balsa, a balsa estava a ponto de parar por falta de água. O comércio começava a ser afetado… é uma pena, mas este pedaço teve que ser adiado para outra época. O bom é que há algumas noticias que a região já está começando a se recuperar.

Assim, pesquisei um pouco mais e ficamos somente pelo circuito histórico, Belo Horizonte e uma pequena pérola chamada Santuário do Caraça

Como ir

A primeira opção era ir de avião e alugar carro por lá – mas um carro com cadeirinha ia ficar uns R$130 por dia no mais barato….deixa para lá.

De carro poderíamos ir até Tiradentes primeiro e acho que seria uma boa ideia, mas houve uma outra opção: eu fui com nosso carro de São Paulo até Belo Horizonte, enquanto a Mima e a Isabeli foram de avião. O custo da passagem aérea: 8.500 milhas na ida e 12.000 na volta para as 2. Algumas milhas estavam para vencer, e assim poupamos a todos (inclusive eu e minha esposa) de ter que ficar com a Isabeli por 8 horas dentro do carro.

Rumo a Minas

Rumo a Minas

E assim começamos nosso périplo de 2 semanas (17 dias) pelas terrinhas mineiras, na viagem mais ‘slow’ que já fizemos.

Belo Horizonte

Belo Horizonte

Santuário do Caraça, desde 1770

Santuário do Caraça, desde 1770

Ouro Preto

Ouro Preto

Tiradentes

Tiradentes

Lanchinho na Pampulha

Lanchinho na Pampulha

Aquário Natural

Daqui poucas horas estamos embarcando novamente de viagem, depois de quase 1 ano que a gente voltou de Bonito – então nas próximas semanas vai ser dificil blogar por aqui.

Mas não posso sair sem antes terminar de escrever sobre Bonito, assim vamos ao último passeio feito ano passado!

Aquário Natural é mais uma flutuação, seguida de caminhada. Como este não tem transporte compartilhado, usamos um particular mesmo – ele nos deixa lá e fica esperando até terminar. Como sempre, a estrutura do lugar é ótima (e é esta estrutura forte que faz tudo ser tão caro). Mas não esperamos muito para começar o passeio.

Almofadas em lugar das redes... prefiro rede hehe

Primeiro tem um treinamento na piscina, para quem ainda não usou snorkel aprender a usar. Depois finalmente vamos para o rio propriamente dito.

Treinamento para snorkel

Este aqui parece bem mais ‘selvagem’. São 900 metros em 40 minutos, num lugar com bastante peixe, porém  poucas espécies – o diferencial aqui é a quantidade imensa de plantas aquáticas, de diversos tipos e cores, com visibilidade maravilhosa.  É obrigatório usar o colete, tanto porque algumas vezes a correnteza leva a gente para perto das margens, quanto para ajudar a flutuação em alguns lugares onde as plantas ficam muito próximas da superfície.

Aqui inicia a flutuação.

Lindo!

Contraste bem legal

Até o mato fica bonito aqui

Aliás, é esta quantidade de plantas que deve ter atraído a jibóia que diziam que foi vista  por ali na mesma semana – estava doido prá encontrá-la, mas já tinha ido embora…

Parece arte abstrata hehe

E aí, povo....

Dá prá reconhecer a Mima?

Depois do passeio, vamos caminhando até uma o Rio Formoso, onde tem uma pequena carretilha prá gente brincar- é muito divertido:  pulei três vezes 🙂 Finalmente, na volta a gente passa por um caminho onde às vezes são encontrados jacarés, e mais perto da fazenda temos algumas capivaras.

Capivara

Este passeio foi somente meio-dia, mas dá prá fazer de dia inteiro, se combinar com a ‘trilha dos animais’ ou algo do gênero e vale bem a pena por ser uma flutuação bastante diferente das outras.

Depois disto foi almoçar ali no centro, arrumar as coisas e relaxar, que no dia seguinte bem cedinho uma van nos pegou e levou direto até o aeroporto de Campo Grande.

Prá terminar

Bonito é bastante caro, mas lindíssimo e vale muito a pena conhecer – faça flutuações (mais de uma), cachoeira, grutas… tem passeios para todo gosto, e a meu ver são necessários pelo menos 4 dias inteiros aqui para começar a conhecer a cidade.  O mesmíssimo vale para Noronha.

Enfim, dois lugares que fazem jus a fama que tem e valem demais – especialmente prá quem gosta de natureza e de brincar na áqua. Inesquecível!

Té a vorta

Dilúvio no Rio da Prata, e Buraco das Araras

Amanheceu um dia muito feio, justamente no dia de um dos principais passeios da região: a Flutuação no Rio da Prata

O passeio é feito em grupos de no máximo 9 pessoas, sempre acompanhadas de guia, todos com hora marcada – por causa da chuva, os passeios estavam um pouco atrasados, então curtimos a parte das instalações, que é muito boa.

Sede da fazenda

Depois de vestir o equipamento e a roupa, uma caminhonete deixa a gente no início da trilha – que foi feita embaixo de chuva! O caminho tem uma mata bem razoável e no meio encontramos uma anta (o animal mesmo, não algum politico…) – era bem grandinha e uma pena que a saiu correndo rapidinho, sem tempo prá sequer tirar foto 😦

Após uns 30 minutos, chegamos ao início da flutuação, por sorte com a chuva diminuído bem. A flutuação ali é maravilhosa… com um monte de tipo de peixe, de várias cores e tamanhos.

Piscina para treinamento até iniciar a descida

Seria o 'enterro' do peixe?

Até o mato gera umas imagens bonitas

A correnteza forte faz com que não precisemos nos preocupar em ir em frente, exceto prá não perder o pessoal. De tempos em tempos voltava a chover, mas dentro da água mal dava para ouvir barulho ou perceber uns pingos – até que olhava prá fora e estava caindo o mundo na nossa cabeça! Muuita chuva mesmo!

O jacaré

Lá pelo meio do caminho vejo o guia segurando um pouco o pessoal – era prá mostrar um jacaré relaxando por ali… do lado de fora da água só dava prá ver a cabecinha, bem pequena; mas por baixo dágua o bicho era enorme – pena que com a correnteza foi tudo meio rápido… mas agora já tinha visto um tamanduá, anta, jibóia e o jacaré – zoológico completo 😀

Aquela é a cabeça do jacaré

Raios em nossa cabeça

A descida é de 2 km e durante esta mais ou menos 1 hora de baixo dágua o tempo melhorou e depois piorou muito! Seguimos nadando até uma nova parada rápida para desviar de uma árvore caída – mas mesmo nos piores momentos de chuva, só dava para perceber quando olhava prá fora, que debaixo continuava tudo tranquilo.. exceto por um ou outro flash de raio que caía em algum lugar.

Embaixo dágua é sempre d+

Um vislumbre do Dilúvio

No final, temos um pedacinho caminhando por terra, onde descobrimos que vários do nosso grupo tinham tomado choque com o raio mais forte. O negócio foi tão forte que dos 9 do nosso grupo, só eu a Mima e o guia não sentimos nada, enquanto um ficou até com os dedos dormentes por um tempo. Além da gente, outro grupo que estava na água também teve gente tomando choque – foi meio assustador saber disto!

Prá terminar.

Mas como a chuva parou, então todo mundo entrou na nascente do rio Olho D´água para brincar um pouco nos ‘vulcões’ de onde ele surge e continuamos dentro da água até encontrar com o barco – la, a  ideia era fazer mais uma flutuação por este rio até o final propriamente dito, mas com a chuva o fundo revirou muito, a visibilidade não estava tão boa naquele pedaço, resolvemos terminar o passeio no barco que estava esperando a gente ali.

Vulcões dentro dágua

O ultimo obstáculo

Depois disto é um almoço espetacular na Fazenda (almoço tão famoso quanto o passeio em si), e um tempinho prá descanso no redário, que depois de tanta aventura, descansar faz bem!

Buraco das araras

Quase todo mundo vai do Rio da Prata para este passeio, já que são bem próximos. Temos ali um enorme buraco (100 m. de profundidade, por 500 de circunferência), onde há muito tempo as araras fizeram seu lar, o chamado Buraco das Araras

Por algum tempo este local foi lugar de desova de corpos (imagina-se que principalmente na época da ditadura), e com o tempo os pássaros foram embora, mas nos ultimos anos a preservação está fazendo com que eles comecem a retornar, voltando a viver e acasalar em seu santuário. A volta completa, sem pressa, dura em media 60 minutos, e vale muito a pena – mesmo que as Araras sejam difíceis de se ver, já que ficam longe.

Buraco das araras

O mais legal é quando começavam a ‘conversar’ entre si, e de repente algumas levantavam voo… bonito demais!

O amor é lindo...

A flutuação estava em R$ 95,00 + 20 do almoço, e a entrada no Buraco R$ 25 e se com um dia chuvoso já foi ótimo, que dirá com sol. Vale demais fazer ambos os passeios…

Peixes e Jibóias

Este post tem tantas fotos que vai parecer um fotolog, mas a verdade é que foi um dia bem cheio

RIO DO PEIXE

Uma das boas decisões que fizemos foi fazer um pouco de cada coisa: em Bonito há diversas flutuações e diversos passeios por fazendas de cachoeiras. Tínhamos pensado em fazer o Rio de Peixe e a Fazenda Formosa, mas li que acabam sendo passeios muito parecidos – como o rio do Peixe é dia inteiro (e preço parecido com o da Formosa), ficamos com ele 😉
Logo cedo, os bichos da própria fazenda são encantadores demais. Eles tem uns cachorros minúsculos e que acompanham alguns grupos.. era engraçado os cachorros saírem com a gente e quando alguém ficava prá trás, ficava lá esperando também, até todo o grupo estar junto – minúsculos se achando vigias.. uma graça.

Lara, a Arara

Mas a melhor é uma arara azul que um dia chegou por lá e ficou. É lindíssima e extremamente sem-vergonha: basta começar a coçar, que ela vai abrindo as asas, mostrando onde gosta mais. Se for no pescoço então… vira até quase quebrar.

A arara Lara

Pela manhã, caminhamos pela mata passando em diversas cachoeiras, com algumas paradas para banho… água gelaaaaaada, mas brincar debaixo de cachoeira vale muito a pena. Até a última, que é um tantinho mais dificil de chegar e tem um lugar bastante alto prá pular.

Cachoeiras
A maior e mais bonita de todas

Era engraçado ficar tirando sarro de todo mundo que ficava tentado a pular e não conseguia, ou mesmo desistia depois de um pouco – até chegar a minha vez. Acho que só na 3ª ou 4ª tentativa é que tomei coragem e me larguei – e olha que já tinha um monte de gente lá embaixo, mas dá um medão! hehe

Foi duro arrumar coragem prá pular.

Nestas horas valeu a proteção de água da máquina, que tem uma caverna lá embaixo que rendeu umas fotos bem legais – mas só alguém magérrimo prá entrar nela de verdade…

Buraquinho apertado este…

O almoço é maravilhoso, mas a festa vem depois do descanso, quando o dono começa a chamar a macacada… todo mundo consegue dar uma banana pros bichos, fazendo uma festa danada. Engraçado que algumas caiam no chão, eles pegavam, limpavam e só depois comiam. Bicharada esperta.

Cochilo após o almoço
Hora do almoço….
Nada é o suficiente

Olha o filhote nas costas.

Pela tarde, mais uma caminhada para outro lugar, nadar um pouco mais e brincar numa tirolesa… depois de uma escorregada animal, consegui pegar o jeito da coisa – é bastante divertido.
E antes de sair, aparecem mais algumas araras, tucano e outros bichos prá gente poder ver mais um pouco desta natureza linda demais.

Tucanos também aparecem

Passeio delicioso de dia inteiro que recomendo demais fazer.

PROJETO JIBÓIA

Este é o dia que a gente chegou mais cedo, então aproveitamos que o hotel era do lado do projeto e fomos lá conhecer.. primeiro, tem algumas protejidas por vidro que sao enormes, inclusive umas pithons bastante estranhas.
O cara que criou o projeto não estava neste dia, mas o ‘substituto’ já foi ótimo. A ideia do projeto é tentar desmistificar um pouco as cobras e nossa relação tumultuada, prá dizer o mínimo.

Jibóia e Python (a branquela)

Lógico que elas são perigosas, mas principalmente porque nós as atacamos antes delas fazerem qualquer coisa, ou porque estavam dormindo de boa até a gente chegar na casa delas. Ele também aproveitou e comentou que durante uma flutuação no Aquário Natural ndaquela semana, haviam visto uma jibóia de uns 9 metros passeando – (nosso guia tinha um vídeo de uma destas prá mostrar no dia seguinte). Como o último passeio era bem por lá, quase a Mima desiste hehe

Prá terminar, nada como dar uma pegadinha e tirar fotos abraçado com a cobra 😛

Enrolado numa cobra, literalmente…
O palestrante e sua tiara

O passeio de dia todo no Rio do Peixe, com almoço incluído, custa R$ 85,00 na  baixa temporada. Já o Projeto Jibóia não lembro o preço, mas não é caro e vale totalmente a entrada.

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