Castelo Ra Tim Bum

Bum, bum, bum, Castelo Rá Tim Bum!!

Bum, bum, bum, Castelo Rá Tim Bum!!

O Castelo Ra-Tim-Bum estreou em 1994, durou só 3 anos e se tornou um marco na vida de muita gente. Mas tenho que entregar a idade e dizer que eu não fui um dos que tive este marco, porque já estava no colegial (hoje Ensino Médio) em 94, então não devo ter visto nenhum programa sequer.

E mesmo não tendo visto nada, é impossível não conhecer e admirar tudo o que o pessoal da Cultura criou. Aliás, os anos 90 foram impressionantes por lá: X-Tudo antes do Castelo, a maravilhosa e imperdível (pelo menos para mim) série No mundo da lua. Depois veio a mais adolescente Confissões de Adolescente. Teve também o Mundo de Beakman, que nem eram eles quem faziam, mas tinha tudo a ver com a proposta do canal. E estes são somente os que lembro de cabeça..

Mas o Castelo foi a Cereja do bolo – e para comemorar os 20 anos de sua estréia o MIS fez esta mega exposição. O que ninguém esperava é que o sucesso seria tanto. Originalmente a exposição iria até Setembro ou Outubro de 2014, mas as filas eram tantas, a quantidade de gente querendo ver foi tão grande que foram adiando e adiando o encerramento – que por enquanto é 25 de Janeiro de 2015.

Maquete

Maquete

Entrada do castelo

Entrada do castelo

Entrada

A entrada custa R$ 10,00 na bilheteria e a demanda foi tanta que o museu está abrindo mais cedo e fechando mais tarde desde o dia 10 de Dezembro e esta noite, de 03 para 04 de Janeiro será feita uma “Maratona Castelo a partir das 23h00 – ingressos somente nas bilheterias (não consegui saber exatamente quantas já foram, mas já é a terceira ou quarta destas noites, então deve ter ido muito bem)

Li em alguns lugares que fim de semana é quase impossível – e para quem não tiver opção, o melhor parece ser ir cedo, comprar o ingresso que tem horário marcado e saber que este horário será bem mais tarde. Também pode comprar online o chamado “Ingresso mágico” que fura totalmente a fila do dia escolhido e custa R$30,00. Ou madrugar, claro!

Com filha pequena, a gente queria muito ir, mas estava dificil. Até que um dia ela teve que ir ao pediatra(consulta de rotina), então aproveitamos para tirar o dia de folga e fomos lá numa sexta-feira!

Quando chegar, precisa ver bem onde está entrando. Chegamos pelas 10h00 e a fila grande era pra entrar, assim cuidado que pode haver 2 filas. A bilheteria em si nem tinha tanta fila e o próximo horário disponível era as 11h00 – justamente naquela fila enorme para entrar. Só 1 hora de espera? Espetacular 🙂

A exposição

Como falei, eu nunca vi nada do Castelo, mas ainda assim o que fizeram está tão bem feito que sentia quase como se estivesse dentro dos cenários. O mais curioso: 1 ano antes tinha ido na Exposição do Kubrick e é impressionante como a montagem atual em nada lembra a também maravilhosa montagem anterior.

Além das montagens, há vários documentos no começo da exposição e vários bonecos, móveis e figurinos que foram usados durante o programa.

APROVADO!

APROVADO!

Desenho e sua realização...

Desenho e sua realização…

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Figurinos...

Figurinos…

Cozinha

Cozinha

Acho que vi um gatinho...

Acho que vi um gatinho…

Com criança

A Isabeli ainda não tem 3 anos e é um tanto assustadiça, então nos lugares mais escuros ou barulhentos a gente sofria um pouco (o laboratório a gente teve que sair correndo). Por outro lado havia lugares que a gente tinha que puxar ela quase chorando por não querer ir embora (o principal foi numa toca dos ratos e aquele porteiro falante, que só pode tirar foto na saída). Assim, acho que é um ótimo programa para crianças, e ainda que as menores possam se assustar em alguns lugares, não é nada que não passe rápido. Acho que vale muito a pena.

Querendo tocar piano

Querendo tocar piano

Lugar favorito da Isabeli

Lugar favorito da Isabeli

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Preparando uma poção

Preparando uma poção

Conclusão

Quem curtia o Castelo, quem cresceu com eles, é o tipo de exposição “Se não for vai se arrepender“, e vale qualquer sacrifício, mas mesmo quem não conhece nada além do nome, pode ir que vai se divertir. Lógico que a gente não conhece tudo, e vai perder um bom tanto do que está ali, mas é tudo tão bem feito que vale a pena. Talvez se eu não tivesse a Isabeli e só tivesse fim de semana, não sei se encararia a fila, mas…

Belíssimo programa que demora uns 90 minutos e, depois do Kubrick e deste, só posso ficar empolgado imaginando o que o MIS criará no próximo.

Batendo um papo antes de ir embora.

Batendo um papo antes de ir embora.

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Kubrick no MIS

Por estes dias temos a mais que tradicional Mostra de Cinema de São Paulo – e como cinéfilo, é muito triste nunca ter participado de uma. Mas aproveitando o evento, o MIS – Museu da Imagem e do Som está com uma exposição muito boa de Stanley Kubrick, um dos maiores diretores do cinema.

Em quase 50 anos de carreira, ele fez somente 13 filmes, mas que filmes!

Informações

Vamos começar pelo que costuma ser o último: O MIS funciona de Terça a Domingo, e os horários estão no site oficial. A entrada está em R$ 10,00 (terça é de graça)e a fila da entrada está bem razoável. Hoje, domingo 27/10, chegamos pelas 16h00 e a fila estava parada para que pessoas saíssem da exposição e houvesse espaço para mais gente entrar.

Minhas entradas!

Minhas entradas!

Assim, a espera pode se demorada, pelo menos aos domingos – mas a gente tinha a Isabeli, então nem precisou esperar 😉

Dá para comprar entrada pela internet, mas fica o dobro do preço. Dito assim parece muito, mas 20 reais nem é tão pesado para evitar aquela fila toda.

A Exposição

Figurinos de diversos filmes, muuuuitas fotografias de bastidores, roteiros anotados de praticamente todos os filmes e muita coisa efetivamente usados nos filmes. Mas o que realmente fez a diferença é que capricharam na ambientação!

Por exemplo, para Glória feita de Sangue: Nem tinha muito material: roteiro, fotos, algumas coisas… mas fizeram uma espécie de trincheira e o tempo inteiro passando uma cena do filme onde todos estão sendo atacados dentro destas trincheiras!

Trincheiras em Glória Feita de Sangue

Trincheiras em Glória Feita de Sangue

Para O Iluminado(O melhor filme de terror de todos os tempos), fizeram um corredor do Overlook Hotel – ok, acho que este fica melhor escrito que na realidade, mas o que dentro dos quartos faz valer a pena.

Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um bobão

Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um bobão

Roupas usadas no filme... imagino elas na cena do elevador!

Roupas usadas no filme… imagino elas na cena do elevador!

Machados originais, usados por Jack Nicholson

Machados originais, usados por Jack Nicholson

Todos os filmes possuem uma sala especial, mas o melhor foi justamente o único dele que não gostei – aliás, quase morri de tédio (talvez por ser muito novo quando assisti): 2001 – Uma Odisséia no espaço. A sala está simplesmente incrível – e aqui foi uma dor gigantesca: acabou a bateria da máquina e tive que tirar fotos por meu celular mega-velho, então não tenho praticamente nada para mostrar 😦

2001 - Uma odisséia no espaço vista de cima

2001 – Uma odisséia no espaço vista de cima

Também as salas de Dr. Fantástico e De olhos bem fechados ficaram bem curiosas.

Sala de controle de Dr. Fantástico

Sala de controle de Dr. Fantástico

Escolhendo o nome do filme - no original Dr. Strangelove

Escolhendo o nome do filme – no original Dr. Strangelove

As máscaras de "De Olhos bem Fechados"

As máscaras de “De Olhos bem Fechados”

Barry Lindon

Barry Lindon

Para dizer a verdade, somente a de Spartacus achei bem fraca – o que não deixa de ser curioso, dado que Kubrick fez o filme meio que por obrigação mesmo.

Com bebê

A grande, enorme vantagem, é a fila preferencial. A gente chegou e só teve que esperar uns 10 minutos até liberarem a entrada de mais gente. Nisto o Brasil é bem melhor do que a Europa.

Depois da Isabeli se assustar numa parte mais emocionado do Museu do Futebol, a gente se preocupou ao chegar em O Iluminado e ler:  “Pessoas sensíveis tomarem cuidado” – mas pode entrar com a criança sem medo.

Troca: esta é uma parte mais complicada. As bolsas tem que ficar no guarda-volume, então quando a gente precisou correr para trocar a pequena, lá fomos até o início, avisando o pessoal. O detalhe: o trocador fica no final da exposição. Assim, passaram a gente para um elevador que vai até o segundo piso, quando uma mocinha já estava nos esperando e foi com a gente até o fraldário, dentro do banheiro feminino. Para chegar nele, tivemos que passar por toda a exposição

Tudo ok, fomos vendo a exposição do final para o início, que ainda tinha muita coisa. Assim: as fraldas ficam lá no guarda-volumes e o fraldário no final de tudo, portanto dá trabalho. Mas pelo menos o pessoal do museu foi extremamente solícito e não deixou a gente ficar perdido em momento nenhum.

Finalizando

Para quem gosta de cinema e conhece a obra do cara, é muito boa – bem melhor do que eu esperava, aliás. Já quem não é muito fã, este pode sofrer um pouco (a Mima, por exemplo, que só viu 1 filme do Kubrick (O Iluminado) e ainda por cima não gostou.

 Ficamos uns 90 minutos, mas se começar a ver as partes do filme que são sempre mostradas, entrevistas de bastidores, etc… dá para ficar um bom tempo por lá. Vale a pena

Catavento Cultural

Procurando algum lugar que a Isabeli pudesse curtir também, acabei me deparando com o Catavento Cultural. Já tinha ouvido falar, mas não fazia ideia do que era – pesquisando, era ‘só’ o Número 1 em atrações na cidade de São Paulo pelo Trip Advisor (neste momento, caiu para segundo).

Como pode um lugar ser tão bem avaliado e eu nem saber o que era? O site deles é bastante informativo , mas ainda não sabia direito o que esperar – pegamos o endereço e lá fomos…

Chegando – e um susto

O Catavento fica no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro II. Dá para ir de metrô razoavelmente fácil, mas estava preguiçoso e fomos de carro. O problema é que carro ali no centro é complicado, e mesmo no gps, é meio ruim de achar a entrada, já que o Parque é bem grandinho. Mas após achar, o estacionamento é bem grande.

Catavento Cultural

Catavento Cultural

Agora o susto: deixamos o carro, aproveitamos o lugar e após o almoço dei uma passada no carro, quando encontro a janela estava totalmente aberta! Rapido vou ver e – UFA – tudo no lugar, nada mexido… foi na hora de acionar o alarme que apertei o errado e eu deixei o carro totalmente escancarado – umas 4 horas depois e absolutamente nada foi roubado. Só por milagre mesmo…

Catavento Cultural

Do lado de fora tem algumas réplicas de aviões e de cavalos, representando velhos meios de locomoção da cidade – a Isabeli adorou os cavalos, mas adorou principalmente o monte de crianças: dezenas e dezenas, todas ‘organizadinhas’ seguindo suas professoras em filas da escola (os monitores ali devem trabalhar bastante) – a Isabeli quase fugiu com um dos grupos 🙂

Eita época boa..

Eita época boa..

Olha o cavalinho..

Olha o cavalinho..

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Lá dentro descobri que parece uma Estação Ciência, que eu tinha ido quando era criança, e que está fechada para reforma. Começamos pela parte chamada “Vida”, com seus aquários, insetos (encontrar os bicho-pau é bem divertido, inclusive para os adultos), tem uma parte muito interessante sobre as aves do Brasil.

Mas a melhor parte, para crianças ou adultos, é o “Engenho”, com diversos experimentos bem práticos de Mecânica, Ótica, Fluídos e um monte de coisas que, mesmo tendo estudado bastante do tema, ainda é divertido ver nos experimentos.

Lá no final é a parte mais divertida para os menores: uma enorme piscina de onde ficam saindo bolhas e mais bolhas de sabão. A criançada ficava doida e a Isabeli queria sair correndo atrás das bolhas.

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Muita mecânica e engenharia prá molecada

Muita mecânica e engenharia prá molecada

Cabelo todo arrepiado - será que foi susto?

Cabelo todo arrepiado – será que foi susto?

Criando seu próprio tornado

Criando seu próprio tornado

Almoço

Para almoçar, nada como aproveitar o estacionamento e a localização e partir para o Mercado Municipal, que fica uns 15 minutos a pé. Se estou sozinho, ia para o básico Sanduíche de Mortadela (um absurdo de grande, aliás), mas com a pequena e a Mima, almoçamos decentemente. E depois, ainda comprei um monte de doces numa loja de doces portugueses (depois reclama que tá gordo!!)

Passeando no mercado

Passeando no mercado

É meio diferente esse negócio aqui...

É meio diferente esse negócio aqui…

Universo

Voltamos para o Catavento para ver a última parte, com um meteorito e muitas imagens bonitas. Para os maiorzinhos esta área é fascinante – já a Isabeli ficou meio sem saber o que fazer, então foi rápida esta parte.

Com bebê

Claro que muito novinho não vai entender nada, mas a Isabeli já conseguiu curtir bastante, especialmente o monte de botões que tem em todo lado e ela podia ficar apertando. Crianças maiorzinhas, que já entendem um pouco o porque das coisas, vão gostar mais ainda – aliás: deve ser passeio obrigatório para ser feito por crianças pequenas e depois refeito quando um pouco mais velhas e já tiverem estudado aquilo tudo.

Carrinho: Desta vez nem levamos, mas tirando uma escadaria, daria para usar sem problemas. Para a gente, só fez falta mesmo quando para ir até o Mercado – chegamos lá com o braço dolorido já.

Troca: No final da parte de mecânica tem trocador – o que foi bom, porque ali era mais ou menos a metade do passeio.

Informações

Não sei se vale o lugar de “Principal atração da cidade”, mas sem dúvida é um lugar que vale conhecer. A entrada custa só R$ 6,00 e o estacionamento, outros 10. O nosso passeio durou umas 2 horas no total, seguido do almoço no mercadão e mais uns 30 minutos a tarde. Assim chegamos lá pelas 10h00 e só saímos depois das 14h00 – bastante tempo e muito bem aproveitado.

Aproveite que o estacionamento fica mais barato e vá também no Mercado e, quem quiser comprar ou só passar, bata perna pela 25 de Março

Museu do Futebol

Entre os 10 e os 13 anos, tive uma fase viciado em futebol. Além do meu time ganhar tudo (o São Paulo de 91 até 93 era o melhor time do mundo), eu ainda acompanhava um monte de outros jogos. Sabia sempre a tabela de campeonatos italiano, espanhol, português… chegava mesmo a conhecer os times da Grécia e da Turquia.

Com o tempo fui parando um pouco de acompanhar e hoje acabo preferindo ver um filme a um jogo. Mas como ainda gosto e acompanho, sempre quis conhecer o Museu do Futebol – e finalmente este ano lá fomos nós.

O Museu do Futebol

Assim fomos ao Pacaembú em dia sem jogo. A entrada estava lotada de gente, mas era só o pessoal aproveitando as cercanias do estádio –  o museu em si estava bem tranquilo. Mais ainda: eu nem sabia quanto era, quando nos avisam que naquele dia em particular era de graça!

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Chegando…

Não pode tirar fotos lá dentro, então só comentando mesmo:

Na primeira parte, temos diversas telas de TV com momentos que marcaram época no futebol – gente conhecida relacionada ao esporte escolheu seus favoritos e assim temos desde momentos de Garrincha até o final da Copa de 94.

Perto das tvs, lugares para ouvir grandes narradores de rádio de todos os tempos – para mim o mais marcante é Osmar Santos, mas Fiori Gigliotti e mais um monte de gente estão ali com narrações incríveis. Emocionante!

No começo a Isabeli gostou de ficar vendo as telas, mas depois cansou – então ela se divertiu bastante mexendo nos botões do rádio – era tanta mudança de ‘canal’ que quase não consegui ver/ouvir nada durante um tempo.

A vista de cima, com a praça lotada de skatistas

A vista de cima, com a praça lotada de skatistas

Exaltação

Subindo a escada rolante, chega-se no melhor e também pior do museu. É uma grande parada onde diversas torcidas são projetadas em telão, com o som de como seria um jogador entrando no estádio. É simplesmente fantástico ficar ali ouvindo a gritaria, os fogos, a festa…

O lado ruim: a Isabeli ficou tremendamente assustada. A cada novo grito de torcida ela se encolhia mais e apertava com mais força no colo, começando a chorar – assim, a parte mais divertida é também um tanto assustadora para crianças – ao menos para a minha 😉

História

Dali percorremos um grande pedaço da história. Desde uma galeria com centenas de imagens, os primeiros jogos, times, campos…

Depois são vários totens sobre as Copas. Para cada uma, temos todo um contexto cultural e histórico da época com imagens de acontecimentos importantes naquele ano e claro: a história da própria Copa. As mais antigas tem menos informação, é claro. Eu poderia passar horas ali…

Para terminar a parte histórica, há uma área dedicada aos maiores: Pelé e Garrincha – aliás, esta área deveria ser maior…

Finalizando

Para finalizar, passa-se por uma série de murais com curiosidades, números e histórias do futebol. São cartazes e faixas sobre a origem de diversas jogadas, as maiores vitórias e piores derrotas, os primeiro artilheiros, o surgimento do futsal, futebol de praia e outros estilos do jogo.

Também por ali, uma rápida olhada no gramado e nas arquibancadas do Pacaembú – com a promessa de voltar algum dia, em dia de jogo…

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Meu primeiro estádio

Meu primeiro estádio

Para terminar, uma sala com diversos vídeos com gols e jogadas inesquecíveis – neste ponto a Isabeli já não parava mais quieta, então demos uma acelerada.

Marque seu gol

Já voltando ao primeiro piso, todo mundo pode testar sua habilidade e bater um pênalti – e depois ver sua foto no site. Mas preparese: a fila é gigantesca- eu que nem pensei em ficar…

Tudo isto é bem detalhado no site, na área “Percurso do Visitante

Com bebês

A primeira parte é um tanto escura e pode ser complicada com criança pequena, mas o único lugar realmente complicado foi o das torcidas. No restante,  tranquilaço!

Carrinho: para subir foi meio complicado, por ter que ir de elevador e este ser um pouco escondido. Lá dentro acho que nem ajudou muito, já que é tudo linha reta e não muito longo, assim eu deixaria carrinho em casa.

Troca: Felizmente, não tivemos que trocar nada enquanto estávamos por ali.

Informações.

O museu fica no estádio do Pacaembú e só precisa cuidar para não ter jogo no dia. Como falei, não pagamos nada, mas o preço é bem baratinho por tudo o que proporciona: Por R$ 6,00, você vai ter pelo menos 2 horas de diversão garantida em algo que tão caro é para quase todos os brasileiros.

E no final ainda tem uma lojinha. Caaaara, mas dá para curtir – e a Isabeli ainda ficou chutando umas bolas por lá.

Para terminar com chave de ouro, tinha um pedaço mais próximo ao gramado aberto para a gente dar uma última olhada neste que é um dos museus mais divertidos da cidade, que vale para todas as idades

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Zoológico de São Paulo

25 de Janeiro, aniversário de São Paulo, resolvi fazer um dos passeios paulistanos preferidos da criançada, e fomos apresentar a Isabeli ao Zoológico.

Zoológico X Aquário

Por mero acaso, 1 ou 2 dias antes da nossa visita um amigo tinha lançado no facebook a pergunta de qual valia mais, se o zoo ou o aquário. O Aquário (que ainda não conheço) ganhou por unanimidade. A principal razão: ninguém consegue ver bicho nenhum no zoológico.

O pior é que isto é verdade – lembro de ter ido ao zoo várias vezes e nunca ter visto o leão nem um monte de outros bichos que sempre empolgam a criançada(e os adultos também). Ao ponto de ter preferido os incrivelmente menores zoos de Lima e Buenos Aires (não falo de Lujan) ao de Sampa, já que neles dá para ver os bichos de perto.

Lembrando disto tudo, um plano de 2 palavras:

Chegue cedo!!

O zoo abria as 9h00 e, por mais difícil que tenha sido fazer isto num feriado, 9h10 já estávamos no portão. Horário ótimo, já que estava quente mas não muito e com bastante sombra e não tinha fila nenhuma para entrar. A Isabeli estava começando a andar, então ficou bastante no colo ainda.  Mas o melhor de tudo: chegamos aos ‘grandes mamíferos’ e todos, TODOS estavam de boa, fáceis de serem vistos. Leões, ursos, tigres, elefantes, girafas… a turma toda estava por lá.

Depois de tantos anos, finalmente encontrei leões no zoo de Sampa :)

Depois de tantos anos, finalmente encontrei leões no zoo de Sampa 🙂

E ainda tem tigre também...

E ainda tem tigre também…

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Claro: foi passando o tempo, o sol foi ficando (muito) mais forte e quando passamos em alguns lugares novamente, a bicharada já estava escondida. Mais: lá pelo meio-dia, o lugar mega lotado – com as conversas de sempre de não estarem conseguindo ver nada. Bastava ter chegado cedo 🙂

Da Isabeli, até imaginava que ela não ia entender nada, mas se poderia gostar. O curioso é que a criançada ficava apontando e rindo para os bichos, enquanto a Isabeli ficava apontando e rindo para a criançada! E quando não era isto, a alegria dela era ficar batendo nas madeiras das grades 🙂

Aliás: um dos pontos preferidos foi uma grande jaula de macacos, toda envidraçada. Um monte de macaco pulando e ela se divertindo com o vidro!

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Primeiros passinhos…

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Com bebês

Carrinho: imprescindível! Levamos o carrinho grandão e mesmo sendo meio desengonçado, foi muito útil. Mesmo agora com ela andando, levaria de novo para quando cansar. Além do mais, serviu para a hora do cochilo e como cadeira para comer. Praticamente tudo é asfaltado e são poucos os lugares que não dá para ir com o carrinho, por causa de alguma escada. Vale muito a pena

Troca: Aí está o grande problema do zoo com crianças: tem 1 único trocador e fica láaaaaaaa longe (ok, fica mais ou menos no meio do parque). O trocador é até decente, com microondas para esquentar comida, mas podia ter pelo menos mais 1. De qualquer jeito, trocamos e já esquentamos o almoço dela por ali mesmo.

Estas grades são muuuito legais

Estas grades são muuuito legais

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Alimentação

Tem alguns quiosques e, apesar de caros, eram menos caros do que eu imaginava. O problema é que são todos super-mega lotados e não dá muito ânimo para encarar, não. Como a gente chegou bem cedo, lá pelas 14h00 a gente foi embora e almoçou em algum shopping por ai (aliás: mais que o zoo, este dia ficará marcado como o dia em que Isabeli comeu quase sozinha uma pratada de nhoque, comida que ela nunca tinha experimentado).

Informações

No site oficial tem os preços todos. A entrada sai por R$18,00, gratuito até os 4 anos. Quem quiser, pode combinar com o Zoo safári, por mais R$16,00 Fiz este passeio há uns 10 anos e gostei bastante, apesar de não ser imperdível. E tenho boas lembranças dos tempos de Simba Safari.

Tem passeios noturnos e visitas de escolas também. O estacionamento fica bem em frente e creio que custou 10 reais.

Para a estréia da pequena, foi delicioso – mesmo tão lotado mais pro final do passeio. Por um acaso, soube quase 1 mês depois que meu cunhado tinha ido ao zoo no mesmo dia, porém algumas horas depois, e não conseguiu ver nada. Portanto: CHEGUE CEDO, antes da bicharada se esconder do sol.

É dos passeios mais curiosos e espero poder levar a filhota de novo quando for maiorzinha e entender melhor as coisas.

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